Economia

Financiamento do déficit das contas externas é 'confortável'

Afirmação é de diretor do BC.

Agência Brasil
24/03/2014 13:48
Visualizações: 828

 

O financiamento do déficit das contas externas brasileiras está em situação favorável e confortável, de acordo com a avaliação do chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Hoje, o BC divulgou a revisão da estimativa de déficit em transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços do país com o mundo – de US$ 78 bilhões para US$ 80 bilhões, este ano. Em relação a tudo o que o país produz, o Produto Interno Bruto (PIB), o saldo negativo deve ficar em 3,60%, contra 3,53% previstos anteriormente.
Maciel argumentou que os ingressos de investimentos estrangeiros diretos (IED) seguem entrando no país de “forma significativa”. “É a melhor forma de financiamento do déficit de transações correntes porque são recursos que entram no país e se incorporam ao processo produtivo”, disse.
Entretanto, o IED não será suficiente para cobrir o saldo negativo. A projeção do BC é que o IED fique em US$ 63 bilhões, este ano, o que corresponde a 2,84% do PIB.
Para Maciel, a segunda melhor forma de financiar o déficit em transações correntes são os empréstimos externos de médio e longo prazo. Segundo Maciel, no primeiro trimestre, a taxa de rolagem dos empréstimos deve ficar acima de 150%. Quando essa razão entre desembolsos e amortizações está acima de 100%, as empresas não somente rolam os vencimentos, mas também tomam mais recursos. De janeiro a fevereiro deste ano, essa relação ficou em 139% e neste mês, até o dia 20, em 271%.
Além do IED e dos empréstimos, o déficit em transações correntes também é financiado por investimento estrangeiro em ações e títulos. A previsão do BC para o investimento estrangeiro em ações negociadas no Brasil e no exterior é US$ 5 bilhões este ano, contra US$ 10 bilhões, previstos anteriormente. Para o investimento em títulos negociados no país, a estimativa é US$ 15 bilhões em 2014, ante projeção anterior de US$ 10 bilhões.
 

O financiamento do déficit das contas externas brasileiras está em situação favorável e confortável, de acordo com a avaliação do chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Hoje, o BC divulgou a revisão da estimativa de déficit em transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços do país com o mundo – de US$ 78 bilhões para US$ 80 bilhões, este ano. Em relação a tudo o que o país produz, o Produto Interno Bruto (PIB), o saldo negativo deve ficar em 3,60%, contra 3,53% previstos anteriormente.

Maciel argumentou que os ingressos de investimentos estrangeiros diretos (IED) seguem entrando no país de “forma significativa”. “É a melhor forma de financiamento do déficit de transações correntes porque são recursos que entram no país e se incorporam ao processo produtivo”, disse.

Entretanto, o IED não será suficiente para cobrir o saldo negativo. A projeção do BC é que o IED fique em US$ 63 bilhões, este ano, o que corresponde a 2,84% do PIB.

Para Maciel, a segunda melhor forma de financiar o déficit em transações correntes são os empréstimos externos de médio e longo prazo. Segundo Maciel, no primeiro trimestre, a taxa de rolagem dos empréstimos deve ficar acima de 150%. Quando essa razão entre desembolsos e amortizações está acima de 100%, as empresas não somente rolam os vencimentos, mas também tomam mais recursos. De janeiro a fevereiro deste ano, essa relação ficou em 139% e neste mês, até o dia 20, em 271%.

Além do IED e dos empréstimos, o déficit em transações correntes também é financiado por investimento estrangeiro em ações e títulos. A previsão do BC para o investimento estrangeiro em ações negociadas no Brasil e no exterior é US$ 5 bilhões este ano, contra US$ 10 bilhões, previstos anteriormente. Para o investimento em títulos negociados no país, a estimativa é US$ 15 bilhões em 2014, ante projeção anterior de US$ 10 bilhões. 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
ABESPetro promove fórum sobre cadeia de suprimentos de ó...
18/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 começa na próxima segunda-feira (21) com a pr...
18/09/26
ROG.e 2026
Constellation leva à ROG.e 2026 liderança operacional, i...
18/09/26
ROG.e 2026
Avanços em Wahoo e eficiência operacional integram agend...
18/09/26
ROG.e 2026
Vallourec apresenta novas tecnologias para operações off...
18/09/26
Brasil
CoreMarine dá um passo decisivo para expandir sua presen...
18/09/26
ROG.e 2026
SLB celebra 80 anos no Brasil na ROG.e 2026 e destaca av...
17/09/26
ROG.e 2026
ANP participará de evento que reúne o setor de energia
17/09/26
ROG.e 2026
BRAVA Energia consolida presença na ROG.e 2026 com desta...
17/09/26
ROG.e 2026
IATI leva dez tecnologias desenvolvidas em Pernambuco à ...
17/09/26
ANP
Oferta Permanente: divulgadas as sequências das ofertas ...
17/09/26
Petroquímica
Braskem registra recorde histórico de produção de propen...
17/09/26
ROG.e 2026
Eficiência energética com redução de consumo de diesel é...
17/09/26
ROG.e 2026
M&O e Belga Marine apresentam soluções globais para ener...
17/09/26
ROG.e 2026
IBP e OPITO promovem experiência imersiva e gamificada p...
17/09/26
ROG.e 2026
Amapá leva estratégia de atração de investimentos para a...
17/09/26
PPSA
9º Leilão Spot: PPSA comercializa cargas dos Campos de B...
16/09/26
ROG.e 2026
ICONIC reforça atuação na cadeia de óleo, gás e energia ...
16/09/26
Mato Grosso do Sul
Bio Energy Summit colocou bioenergia de MS no centro dos...
16/09/26
Internacional
Petrobras assina contrato de longo prazo para compra e v...
16/09/26
ROG.e 2026
Tenaris promove painéis sobre formação técnica e soluçõe...
16/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25