Combustíveis

Etanol pode subir 3,86% com reajuste da gasolina

Cálculos são da Unica.

Valor Online
30/01/2013 10:28
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O aumento de 6,6% no preço da gasolina A na refinaria anunciado pela Petrobras pode significar aumento do preço do etanol ao consumidor em cerca de 3,86%, segundo cálculos da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
De acordo com o diretor-técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, em São Paulo o litro da gasolina, sem tributos, sai hoje da refinaria a R$ 1,2593. Com o aumento de 6,6%, esse valor passa ser de cerca de R$ 1,3424.
Assim, ao consumidor final, mantidas as margens atuais de distribuidores e postos, o litro da gasolina vai subir R$ 0,10, ou 3,85%, de R$ 2,6370 para R$ 2,7387.
“Mantidas as atuais condições de mercado ao longo da cadeia de combustíveis, o potencial médio de aumento do etanol nos postos de São Paulo é de 3,86%, de R$ 1,8479 o litro, para R$ 1,9171”, calcula Pádua.
Ele pondera, no entanto, que isso não significa que o aumento chegará nessa proporção às usinas produtoras do biocombustível. “Tudo vai depender de como vai se comportar o repasse de margens ao longo da cadeia, nas distribuidoras e nos postos”, diz Pádua.
É preciso observar, segundo ele, que o aumento de 5,4% no preço do diesel também trará impacto negativo às usinas, na medida que a maior parte delas tem colheita de cana feita com máquinas, movidas à diesel. “A medida elevará os custos de produção”.

O aumento de 6,6% no preço da gasolina A na refinaria anunciado pela Petrobras pode significar aumento do preço do etanol ao consumidor em cerca de 3,86%, segundo cálculos da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).


De acordo com o diretor-técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, em São Paulo o litro da gasolina, sem tributos, sai hoje da refinaria a R$ 1,2593. Com o aumento de 6,6%, esse valor passa ser de cerca de R$ 1,3424.


Assim, ao consumidor final, mantidas as margens atuais de distribuidores e postos, o litro da gasolina vai subir R$ 0,10, ou 3,85%, de R$ 2,6370 para R$ 2,7387.


“Mantidas as atuais condições de mercado ao longo da cadeia de combustíveis, o potencial médio de aumento do etanol nos postos de São Paulo é de 3,86%, de R$ 1,8479 o litro, para R$ 1,9171”, calcula Pádua.


Ele pondera, no entanto, que isso não significa que o aumento chegará nessa proporção às usinas produtoras do biocombustível. “Tudo vai depender de como vai se comportar o repasse de margens ao longo da cadeia, nas distribuidoras e nos postos”, diz Pádua.


É preciso observar, segundo ele, que o aumento de 5,4% no preço do diesel também trará impacto negativo às usinas, na medida que a maior parte delas tem colheita de cana feita com máquinas, movidas à diesel. “A medida elevará os custos de produção”.

 

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