Economia

Estoque dos EUA derruba petróleo

Contratos futuros fecham em queda.

Valor Econômico
06/03/2014 15:28
Visualizações: 854

 

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda ontem (5) em Nova York pelo segundo dia consecutivo, pressionados pelo recuo dos estoques da commodity nos Estados Unidos e pelo alívio aparente das tensões entre a Ucrânia e a Rússia. Pela manhã, o Departamento de Energia americano informou que as reservas de petróleo do país subiram em 1,429 milhão de barris na semana encerrada de 28 de fevereiro, para 363,8 milhões de barris. Analistas consultados pela agência Dow Jones Newswires esperavam um aumento de 1 milhão de barris.
Em Nova York, o contrato do WTI para abril recuou US$ 1,88 (0,8%), para US$ 101,45 o barril. Em Londres, o contrato do Brent para o mesmo mês teve queda de US$ 1,54 (1,4%), para US$ 107,76. O spread entre os dois contratos chegou a ficar abaixo dos US$ 6 durante a sessão de ontem, pela primeira vez em cinco meses.
Na segunda-feira, pressionados pela crise política entre Ucrânia e Rússia, a commodity subiu 2,3%. No pregão de terça-feira a alta perdeu força e o petróleo já fechou em baixa. O WTI terminou o dia cotado com queda de 1,5% e o Brent, de 1,7%. A Rússia envia cerca de 6 milhões de barris de petróleo por dia para a Europa.
Indicadores sobre a criação de empregos nos Estados Unidos vieram piores e renovaram os temores de que a demanda pelo petróleo caia. O país é o maior consumidor da commodity do mundo. Já o índice ISM de serviços caiu para 51,6 pontos em fevereiro, também abaixo da previsão de 53,5 pontos.
O mercado acompanha o desenrolar da crise entre a Rússia e a Ucrânia. Durante encontro em Paris com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, o secretário de Estado americano, John Kerry, pediu que Lavrov converse diretamente com as autoridades ucranianas para tentar acabar com os conflitos entre os países. No fim da tarde, Kerry disse que a Rússia e a Europa deram início ao processo para encerrar o impasse de maneira diplomática.
Também pesou nos preços da commodity a possibilidade de o petróleo da Líbia retornar ao mercado. "De acordo com o governo líbio, foi estabelecido um acordo com os manifestantes do campo de El Sharara", informaram analistas do Commerzbank em nota.

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda ontem (5) em Nova York pelo segundo dia consecutivo, pressionados pelo recuo dos estoques da commodity nos Estados Unidos e pelo alívio aparente das tensões entre a Ucrânia e a Rússia. Pela manhã, o Departamento de Energia americano informou que as reservas de petróleo do país subiram em 1,429 milhão de barris na semana encerrada de 28 de fevereiro, para 363,8 milhões de barris. Analistas consultados pela agência Dow Jones Newswires esperavam um aumento de 1 milhão de barris.

Em Nova York, o contrato do WTI para abril recuou US$ 1,88 (0,8%), para US$ 101,45 o barril. Em Londres, o contrato do Brent para o mesmo mês teve queda de US$ 1,54 (1,4%), para US$ 107,76. O spread entre os dois contratos chegou a ficar abaixo dos US$ 6 durante a sessão de ontem, pela primeira vez em cinco meses.

Na segunda-feira, pressionados pela crise política entre Ucrânia e Rússia, a commodity subiu 2,3%. No pregão de terça-feira a alta perdeu força e o petróleo já fechou em baixa. O WTI terminou o dia cotado com queda de 1,5% e o Brent, de 1,7%. A Rússia envia cerca de 6 milhões de barris de petróleo por dia para a Europa.

Indicadores sobre a criação de empregos nos Estados Unidos vieram piores e renovaram os temores de que a demanda pelo petróleo caia. O país é o maior consumidor da commodity do mundo. Já o índice ISM de serviços caiu para 51,6 pontos em fevereiro, também abaixo da previsão de 53,5 pontos.

O mercado acompanha o desenrolar da crise entre a Rússia e a Ucrânia. Durante encontro em Paris com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, o secretário de Estado americano, John Kerry, pediu que Lavrov converse diretamente com as autoridades ucranianas para tentar acabar com os conflitos entre os países. No fim da tarde, Kerry disse que a Rússia e a Europa deram início ao processo para encerrar o impasse de maneira diplomática.

Também pesou nos preços da commodity a possibilidade de o petróleo da Líbia retornar ao mercado. "De acordo com o governo líbio, foi estabelecido um acordo com os manifestantes do campo de El Sharara", informaram analistas do Commerzbank em nota.

 

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