Petrobras

Estatal faz 'hedge' de exportações desde maio

Prática contábil permite a redução de impactos por variações cambiais nos resultados.

Revista TN Petróleo, Redação
11/07/2013 09:27
Visualizações: 938

 

A Petrobras comunicou na noite de ontem (10) que em meados de maio passou a aplicar às suas exportações a prática contábil conhecida por contabilidade de Hedge. 
Essa prática permite que empresas reduzam impactos provocados por variações cambiais em seus resultados periódicos, desde que gerem fluxos de caixa futuros em moeda de outro país que se equivalham e tenham sentidos opostos. 
No caso da Petrobras, esse mecanismo contempla, inicialmente, cerca de 70% do total das dívidas líquidas expostas à variação cambial, protegendo cerca de 20% das exportações, por um período de sete anos. 
De acordo com a estatal, com a aplicação da contabilidade de Hedge, os ganhos ou perdas oriundos das dívidas em dólares norte-americanos, provocados por variações cambiais, somente afetarão o resultado da companhia na medida em que as exportações forem realizadas. Até que essas exportações sejam realizadas, as referidas variações serão acumuladas em conta do patrimônio líquido.
"A aplicação dessa prática permite que os resultados contábeis da companhia sejam melhor alinhados à sua realidade econômica e operacional", informou o comunicado.

A Petrobras comunicou na noite de ontem (10) que em meados de maio passou a aplicar às suas exportações a prática contábil conhecida por contabilidade de Hedge. 


Essa prática permite que empresas reduzam impactos provocados por variações cambiais em seus resultados periódicos, desde que gerem fluxos de caixa futuros em moeda de outro país que se equivalham e tenham sentidos opostos. 


No caso da Petrobras, esse mecanismo contempla, inicialmente, cerca de 70% do total das dívidas líquidas expostas à variação cambial, protegendo cerca de 20% das exportações, por um período de sete anos. 


De acordo com a estatal, com a aplicação da contabilidade de Hedge, os ganhos ou perdas oriundos das dívidas em dólares norte-americanos, provocados por variações cambiais, somente afetarão o resultado da companhia na medida em que as exportações forem realizadas. Até que essas exportações sejam realizadas, as referidas variações serão acumuladas em conta do patrimônio líquido.


"A aplicação dessa prática permite que os resultados contábeis da companhia sejam melhor alinhados à sua realidade econômica e operacional", informou o comunicado.

 

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