Petrobras

Esclarecimento sobre liquidação de contingência tributária

O programa apresenta como vantagens a redução de multa e juros.

Agência Petrobras
07/08/2015 10:28
Visualizações: 1025

 

Em razão da edição pela Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional da Portaria Conjunta RFB/PGFN n.º 1.064 e da Instrução Normativa n.º 1.576, publicadas no Diário Oficial da União em 03/08/2015, a Petrobras decidiu incluir nesses normativos os processos referentes à incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre os mútuos celebrados com suas controladas no exterior (operações de empréstimo entre empresas do Sistema Petrobras), relativos aos anos de 2007 e de 2009 a 2012, no montante de R$ 2,8 bilhões. 
As citadas edições abrem a possibilidade da inclusão de débitos tributários para os contribuintes que tenham aderido ao programa em 2014, nas suas datas originais. Além da possibilidade de aproveitamento de prejuízo fiscal e base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido para liquidação da contingência tributária, o programa apresenta como vantagens a redução de multa e juros
A despeito das vantagens financeiras para quitação de débitos tributários, eventual judicialização da questão implicaria em esforço financeiro de constituição de garantias, bem como no aumento significativo do valor do débito ao longo do tempo, em razão dos juros e ônus econômicos adicionais. Soma-se a esse fato o risco de cancelamento da certidão negativa de tributos federais, o que acarretaria prejuízos à companhia, como por exemplo, a impossibilidade de importar e exportar petróleo e derivados
Dessa forma, tendo em vista a vantagem financeira apresentada, a companhia decidiu inserir os referidos débitos no programa, veiculado pela Lei n.º 12.996/14 e, em razão desse fato, contabilizou no resultado do segundo trimestre de 2015 o montante total de R$ 3,1 bilhões como despesas tributárias e R$ 1,3 bilhão como despesas financeiras.

Em razão da edição pela Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional da Portaria Conjunta RFB/PGFN n.º 1.064 e da Instrução Normativa n.º 1.576, publicadas no Diário Oficial da União em 03/08/2015, a Petrobras decidiu incluir nesses normativos os processos referentes à incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre os mútuos celebrados com suas controladas no exterior (operações de empréstimo entre empresas do Sistema Petrobras), relativos aos anos de 2007 e de 2009 a 2012, no montante de R$ 2,8 bilhões. 

As citadas edições abrem a possibilidade da inclusão de débitos tributários para os contribuintes que tenham aderido ao programa em 2014, nas suas datas originais. Além da possibilidade de aproveitamento de prejuízo fiscal e base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido para liquidação da contingência tributária, o programa apresenta como vantagens a redução de multa e juros.

A despeito das vantagens financeiras para quitação de débitos tributários, eventual judicialização da questão implicaria em esforço financeiro de constituição de garantias, bem como no aumento significativo do valor do débito ao longo do tempo, em razão dos juros e ônus econômicos adicionais. Soma-se a esse fato o risco de cancelamento da certidão negativa de tributos federais, o que acarretaria prejuízos à companhia, como por exemplo, a impossibilidade de importar e exportar petróleo e derivados.

Dessa forma, tendo em vista a vantagem financeira apresentada, a companhia decidiu inserir os referidos débitos no programa, veiculado pela Lei n.º 12.996/14 e, em razão desse fato, contabilizou no resultado do segundo trimestre de 2015 o montante total de R$ 3,1 bilhões como despesas tributárias e R$ 1,3 bilhão como despesas financeiras.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Otimista, Fenasucro & Agrocana anuncia crescimento e se ...
16/06/26
Gestão
Petróleo, gás e energia lideram troca de CEOs no Ibovesp...
16/06/26
Petróleo e Gás
Coppe inaugura moderno Núcleo de Tecnologia de Poços
16/06/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas está com as inscrições abertas
15/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
15/06/26
Energia Elétrica
Expansão de data centers pressiona infraestrutura energé...
15/06/26
Combustível
Etanol encerra a semana em alta e com reação diante do a...
15/06/26
Gás Natural
ANP concede prazo para adequação de importadores a resol...
12/06/26
E&P
ANP divulga Calendário Estratégico Unificado de Avaliaçõ...
12/06/26
Combustíveis
ANP toma medidas para priorizar ações de respostas a imp...
12/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
12/06/26
GLP
Sindigás: ANP paralisa "reforma do GLP" e acena com caut...
12/06/26
Biometano
Orizon conclui incorporação da Vital e cria líder latino...
12/06/26
Manaus
Distribuidoras apoiam parecer da AGU que recomenda suspe...
12/06/26
Transição Energética
IBP debate protagonismo de São Paulo no mercado de energia
11/06/26
Etanol de milho
Atvos recebe Licença de Instalação para sua primeira uni...
10/06/26
Aviação
Acelen Renováveis e IATA firmam parceria para impulsiona...
10/06/26
Evento
Fenasucro & Agrocana 2026 aprimora rastreabilidade de em...
10/06/26
Meio Ambiente
Constellation apoia restauração de recifes de coral no N...
10/06/26
Parceria
MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nac...
09/06/26
Etanol
Preço do hidratado cai pela 2ª semana consecutiva
09/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.