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Energisa tem lucro 53% mais enxuto no 2º trimestre

Lucro foi de R$ 26,9 milhões.

Valor Econômico
09/08/2013 09:42
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A Energisa, companhia do setor elétrico, registrou lucro líquido de R$ 26,9 milhões no segundo trimestre de 2013, queda de 53% na comparação com o lucro de R$ 57,2 milhões apresentado um ano antes. No semestre, os ganhos líquidos da empresa totalizam R$ 107 milhões, recuo de 14,9%. Os números são atribuídos aos controladores da companhia e servem de base para o cálculo de dividendos.
A receita líquida dos meses de abril a junho ficou em R$ 724,6 milhões, avanço de 5,4% na comparação anual. Nos seis meses, a receita soma R$ 1,41 bilhão, expansão de 5,4%.
Os custos de bens e serviços vendidos ficaram em R$ 511,6 milhões, alta de 12,9%, e as despesas operacionais foram de R$ 94,2 milhões, queda de 3,5%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 160,2 milhões no trimestre, com queda 6%.
Grupo Rede
A Energisa oficializou no dia 11 de julho o compromisso de investimento, compra e venda de ações com o acionista controlador do Grupo Rede, para adquirir o controle da geradora de energia elétrica em recuperação judicial. A proposta da Energisa foi aprovada em assembleia de credores realizada no dia 5 de julho. O contrato de compra e venda firmado entre o dono do Rede, Jorge Queiroz, e o consórcio formado por CPFL e Equatorial, foi cancelado.
O acerto prevê a transferência para a Energisa da totalidade de ações do empresário nas holdings do Rede e, por consequência, das oito distribuidoras controladas pelo grupo: Cemat, Celtins, Enersul, Caiuá, Bragantina, CFLO, Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema e CNEE.
“Em contrapartida, a Energisa compromete-se, entre outras obrigações, e uma vez verificadas as condições precedentes aplicáveis, a realizar aportes de novos recursos na companhia, de forma a cumprir o plano de recuperação das distribuidoras de energia elétrica sob intervenção, apresentado à Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica]”, informou o Rede, em fato relevante no mês passado. 
Segundo o acordo, a conclusão da compra está sujeita a três condições: a aprovação do negócio por parte dos órgãos públicos e competentes, entre eles o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); a aprovação do plano de recuperação das distribuidoras apresentado à Aneel; e a homologação pela Justiça do plano de recuperação judicial ap reciado na assembleia geral de credores do Rede. 

A Energisa, companhia do setor elétrico, registrou lucro líquido de R$ 26,9 milhões no segundo trimestre de 2013, queda de 53% na comparação com o lucro de R$ 57,2 milhões apresentado um ano antes. No semestre, os ganhos líquidos da empresa totalizam R$ 107 milhões, recuo de 14,9%. Os números são atribuídos aos controladores da companhia e servem de base para o cálculo de dividendos.


A receita líquida dos meses de abril a junho ficou em R$ 724,6 milhões, avanço de 5,4% na comparação anual. Nos seis meses, a receita soma R$ 1,41 bilhão, expansão de 5,4%.


Os custos de bens e serviços vendidos ficaram em R$ 511,6 milhões, alta de 12,9%, e as despesas operacionais foram de R$ 94,2 milhões, queda de 3,5%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 160,2 milhões no trimestre, com queda 6%.


Grupo Rede


A Energisa oficializou no dia 11 de julho o compromisso de investimento, compra e venda de ações com o acionista controlador do Grupo Rede, para adquirir o controle da geradora de energia elétrica em recuperação judicial. A proposta da Energisa foi aprovada em assembleia de credores realizada no dia 5 de julho. O contrato de compra e venda firmado entre o dono do Rede, Jorge Queiroz, e o consórcio formado por CPFL e Equatorial, foi cancelado.


O acerto prevê a transferência para a Energisa da totalidade de ações do empresário nas holdings do Rede e, por consequência, das oito distribuidoras controladas pelo grupo: Cemat, Celtins, Enersul, Caiuá, Bragantina, CFLO, Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema e CNEE.


“Em contrapartida, a Energisa compromete-se, entre outras obrigações, e uma vez verificadas as condições precedentes aplicáveis, a realizar aportes de novos recursos na companhia, de forma a cumprir o plano de recuperação das distribuidoras de energia elétrica sob intervenção, apresentado à Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica]”, informou o Rede, em fato relevante no mês passado. 


Segundo o acordo, a conclusão da compra está sujeita a três condições: a aprovação do negócio por parte dos órgãos públicos e competentes, entre eles o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); a aprovação do plano de recuperação das distribuidoras apresentado à Aneel; e a homologação pela Justiça do plano de recuperação judicial ap reciado na assembleia geral de credores do Rede. 

 

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