Evento
Redação TN Petróleo/Assessoria
Com a proximidade da realização da reunião anual do Fórum Potiguar de Petróleo Gás, marcada para o final de novembro, em Mossoró, os representantes das entidades participantes vão realizar um encontro prévio, em formato virtual, na próxima quinta-feira, dia 30 de setembro, às 14h.
O Fórum Potiguar de Petróleo e Gás (FPPG) foi constituído para contribuir com a retomada da indústria do petróleo e gás no Rio Grande do Norte, criando um ambiente de negócios favorável visando atração de investimento e apresentando o potencial do Estado, que se destaca na produção onshore. O Fórum é formado por representantes do Governo do RN, Potigás, FIERN, SEBRAE, Redepetro, ONIP e visa organizar a cadeia produtiva, oferecendo aos produtores o apoio e articulação das instituições públicas e privadas.
Segundo Daniela Santos (foto), consultora jurídica da ABPIP, o objetivo do encontro é estudar a pauta e debater, de forma prévia, os temas que serão levados ao evento, para alinhar as discussões, garantindo, assim, o melhor aproveitamento do Fórum. "Nosso intuito é confirmar a realização da agenda e contribuir para que o governo RN faça as entregas que se comprometeu nos programas do setor REATE e Novo Mercado de Gás. Será uma importante ocasião para avaliarmos as conquistas do estado que resultarão em investimentos de curto prazo das empresas associadas à ABPIP na retomada do setor", disse Daniela.
Gás Natural - A ABPIP já vem contribuindo com o Governo do Rio Grande do Norte com sugestões para o desenvolvimento do setor de petróleo e gás no estado. Uma das principais frentes é assegurar celeridade no encaminhamento, à Assembleia Legislativa, do projeto de lei estadual sobre a atividade de distribuição de gás natural, condizente aos objetivos da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/21), de modo a garantir a segurança jurídica necessária para que o estado do RN continue atraindo investimentos, por meio do fomento da competitividade e do acesso às infraestruturas essenciais.
Entre as sugestões da ABPIP ao governo estadual estão, ainda, ajustes no licenciamento ambiental estadual, abordando a harmonização e simplificação do processo nas atividades em áreas terrestres, conforme proposta sugerida no âmbito do Programa REATE, sob coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME).
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