Internacional

Empresas brasileiras que atuam na Líbia aguardam desfecho da crise

As empresas que mantêm operações com a Líbia aguardam o desfecho da crise política no país e as perpespectivas de normalização para decidir quando e como voltar a atuar na região. Odebrecht, Queiroz Galvão e Petrobras informaram, por meio de suas assessorias de imprensa, que acompanham a s

Agência Brasil
23/08/2011 09:34
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Empresas brasileiras que mantêm operações com a Líbia aguardam o desfecho da crise política no país e as perpespectivas de normalização para decidir quando e como voltar a atuar na região. Odebrecht, Queiroz Galvão e Petrobras informaram, por meio de suas assessorias de imprensa, que acompanham a situação para definir ações futuras.

A assessoria da Odebrecht, que é responsável pela construção de um aeroporto internacional e do anel viário na capital líbia, Trípoli, disse que as operações estão suspensas desde que a crise eclodiu, em fevereiro.

Também em fevereiro, a Queiroz Galvão retirou seus funcionários do país, incluindo 130 que viviam na cidade de Benghazi, a segunda maior do país, no Leste da Líbia.

Ontem (22), a assessoria da estatal petrolífera líbia, Agoco - que está do lado dos rebeldes -, indicou que a demora brasileira em reconhecer oficialmente a queda do regime de Muammar Khadafi pode prejudicar os interesses do país na Líbia.

O governo brasileiro observa com cautela os movimentos e faz consultas para definir a posição a ser assumida. Por enquanto, não houve reconhecimento oficial à legitimidade da oposição como novo governo da Líbia.
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