Economia

Economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais no ano que vem

Estimativa é da Cepal.

Agência Brasil
11/12/2013 17:46
Visualizações: 861

 

Economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais no ano que vem, estima Cepal
11/12/2013 - 14h23
Economia
Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais em 2014 do que neste ano. A previsão é da Comissão Econômica para América Latina e  Caribe (Cepal), que espera crescimento de 3,2%, em 2014, e 2,6%, neste ano.
Segundo o Balanço Preliminar das Economias da América Latina e Caribe 2013, no próximo ano, o crescimento regional será liderado pelo Panamá, com 7%, seguido pela Bolívia (5,5%), pelo Peru (5,5%), pela Nicarágua (5%), República Dominicana (5%), Colômbia, pelo Haiti, Equador e Paraguai (os quatro com 4,5%). A projeção para a Argentina e o Brasil é 2,6%. O Chile e a Costa Rica devem crescer 4%; a Guatemala, o México e o, Uruguai, 3,5%; e a Venezuela, 1%.
Para a Cepal, o menor dinamismo da demanda externa, a maior volatilidade financeira internacional e a queda no consumo foram os fatores que levaram ao desempenho econômico mais modesto em 2013.
Para o próximo ano, a Cepal espera que um cenário externo moderadamente mais favorável contribua para aumentar a demanda externa e, portanto, as exportações da região. “De igual modo, o consumo privado continuará expandindo-se, ainda que a taxas mais baixas do que em períodos anteriores, enquanto se mantiver o desafio de aumentar o investimento na região”, destaca a comissão.
De acordo com o relatório, o desafio principal para os governos da América Latina e do Caribe é impulsionar o investimento como forma de estimular a produtividade e o crescimento com igualdade. Para isso, a comissão defende pactos sociais, com um marco institucional que ofereça certeza e regras claras, com políticas de curto prazo que proporcionem estabilidade nominal e real, e políticas de longo prazo que incentivem um investimento mais diversificado nos setores comercializáveis.

A economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais em 2014 do que neste ano. A previsão é da Comissão Econômica para América Latina e  Caribe (Cepal), que espera crescimento de 3,2%, em 2014, e 2,6%, neste ano.

Segundo o Balanço Preliminar das Economias da América Latina e Caribe 2013, no próximo ano, o crescimento regional será liderado pelo Panamá, com 7%, seguido pela Bolívia (5,5%), pelo Peru (5,5%), pela Nicarágua (5%), República Dominicana (5%), Colômbia, pelo Haiti, Equador e Paraguai (os quatro com 4,5%). A projeção para a Argentina e o Brasil é 2,6%. O Chile e a Costa Rica devem crescer 4%; a Guatemala, o México e o, Uruguai, 3,5%; e a Venezuela, 1%.

Para a Cepal, o menor dinamismo da demanda externa, a maior volatilidade financeira internacional e a queda no consumo foram os fatores que levaram ao desempenho econômico mais modesto em 2013.

Para o próximo ano, a Cepal espera que um cenário externo moderadamente mais favorável contribua para aumentar a demanda externa e, portanto, as exportações da região. “De igual modo, o consumo privado continuará expandindo-se, ainda que a taxas mais baixas do que em períodos anteriores, enquanto se mantiver o desafio de aumentar o investimento na região”, destaca a comissão.

De acordo com o relatório, o desafio principal para os governos da América Latina e do Caribe é impulsionar o investimento como forma de estimular a produtividade e o crescimento com igualdade. Para isso, a comissão defende pactos sociais, com um marco institucional que ofereça certeza e regras claras, com políticas de curto prazo que proporcionem estabilidade nominal e real, e políticas de longo prazo que incentivem um investimento mais diversificado nos setores comercializáveis.

 

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