Combustíveis

Dutra admite reajuste se barril ficar a US$ 40

O presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, admitiu ontem, nos EUA, que, se o preço do barril de petróleo se consolidar num patamar acima dos US$ 40, a estatal reajustará os preços dos combustíveis. O executivo contou que está acompanhando diariamente as cotações do mercado internacional

Jornal do Brasil / a
21/05/2004 00:00
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O presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, admitiu ontem, nos EUA, que, se o preço do barril de petróleo se consolidar num patamar acima dos US$ 40, a estatal reajustará os preços dos combustíveis. O executivo contou que está acompanhando diariamente as cotações do mercado internacional, a fim de definir um possível reajuste no Brasil.
- Se esse preço se consolidar como novo patamar no mercado internacional, a Petrobras irá reajustar seus preços no Brasil - reconheceu.
O presidente da estatal explicou que a companhia consegue repassar automaticamente as altas do mercado internacional para alguns produtos negociados por meio de contratos, como a Nafta, derivado do petróleo utilizado como insumo na indústria petroquímica. Entretanto, para gasolina, diesel e GLP (gás de botijão), segundo Dutra, a companhia mantém "aderência" em relação às cotações internacionais ao longo do ano, mas não repassa a volatilidade desse mercado para os consumidores.
Dutra disse também que a Petrobras estuda comprar ou construir uma refinaria de petróleo nos Estados Unidos. A iniciativa levaria a estatal brasileira a um mercado mais lucrativo.
- Tem uma refinaria nos EUA que estamos estudando - disse Dutra após apresentar o plano estratégico da empresa para o período 2004-2010 em Nova York.
De acordo com ele, nos últimos dois anos, a companhia tem estudado refinarias nos Estados Unidos e Aruba, mas esses projetos "não deram frutos". A idéia de comprar uma refinaria no exterior foi lançada durante a gestão do ex-presidente da estatal Francisco Gros, em 2002.
Muitas refinarias americanas estavam à venda por serem os ativos menos lucrativos das petrolíferas, mas agora essas empresas têm relatado lucros inesperados dessas unidades.

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