Economia

Distribuidoras de energia terão recursos federais para compensar custos com térmicas

Dinheiro virá da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Agência Brasil
08/03/2013 17:55
Distribuidoras de energia terão recursos federais para compensar custos com térmicas Imagem: Maurício Tolmasquim, Márcio Zimmermann e Edison Lobão Visualizações: 924

 

Recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) serão repassados às distribuidoras de energia para diluir o impacto dos custos adicionais com o acionamento das usinas termelétricas, que produzem energia mais cara. As usinas foram acionadas por causa do período de poucas chuvas e a baixa no nível dos reservatórios das hidrelétricas.
A CDE é um fundo do governo federal que agrega 13 encargos, destinado a universalizar a energia elétrica no país. Atualmente, há R$ 11 bilhões em caixa. A cada ano haverá um aporte de mais R$ 4 bilhões vindos do pagamento de dívidas da Usina Hidrelétrica de Itaipu, até 2023.
Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, a estratégia é usar os recursos da CDE como um colchão para impedir aumento imediato das tarifas por causa do acionamento das termelétricas.
“Ao usar recurso da CDE e distribuir isso ao longo do tempo, vamos conseguir neutralizar efeito [das térmicas], que no ano seguinte poderá ser compensado. A ideia é neutralizar esse efeito ao longo do tempo”, disse o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner.
Tolmasquim disse ainda que os custos adicionais serão repartidos entre vários setores da cadeia de energia, e não ficarão apenas para as distribuidoras, que podem repassar para a conta de luz. “Com o novo cálculo, passará a ser dividido entre outras partes. Metade do custo a mais [causado] pelas térmicas, operadas por questão de segurança, será pago por quem tiver exposto no mercado de curto prazo [basicamente empresas que não têm contrato ou geradoras que não estão operando]. Isso estimula contratos de maior prazo. Os outros 50% serão rateados entre consumidor, comercializador e gerador”, explicou Tolmasquim, acrescentando que caberá ao consumidor final arcar com cerca de 25% do custo total provocado pelo acionamento das térmicas.

Recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) serão repassados às distribuidoras de energia para diluir o impacto dos custos adicionais com o acionamento das usinas termelétricas, que produzem energia mais cara. As usinas foram acionadas por causa do período de poucas chuvas e a baixa no nível dos reservatórios das hidrelétricas.


A CDE é um fundo do governo federal que agrega 13 encargos, destinado a universalizar a energia elétrica no país. Atualmente, há R$ 11 bilhões em caixa. A cada ano haverá um aporte de mais R$ 4 bilhões vindos do pagamento de dívidas da Usina Hidrelétrica de Itaipu, até 2023.


Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, a estratégia é usar os recursos da CDE como um colchão para impedir aumento imediato das tarifas por causa do acionamento das termelétricas.


“Ao usar recurso da CDE e distribuir isso ao longo do tempo, vamos conseguir neutralizar efeito [das térmicas], que no ano seguinte poderá ser compensado. A ideia é neutralizar esse efeito ao longo do tempo”, disse o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner.


Tolmasquim disse ainda que os custos adicionais serão repartidos entre vários setores da cadeia de energia, e não ficarão apenas para as distribuidoras, que podem repassar para a conta de luz. “Com o novo cálculo, passará a ser dividido entre outras partes. Metade do custo a mais [causado] pelas térmicas, operadas por questão de segurança, será pago por quem tiver exposto no mercado de curto prazo [basicamente empresas que não têm contrato ou geradoras que não estão operando]. Isso estimula contratos de maior prazo. Os outros 50% serão rateados entre consumidor, comercializador e gerador”, explicou Tolmasquim, acrescentando que caberá ao consumidor final arcar com cerca de 25% do custo total provocado pelo acionamento das térmicas.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e 2026, Shell destaca parcerias, inovação e disci...
25/09/26
ROG.e 2026
Nikki Martin, presidente e CEO da EnerGeo Alliance falou...
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e OceanPact assinam acordo para expansão de...
25/09/26
ROG.e 2026
Shell destaca papel da capacitação para aproximar jovens...
25/09/26
Terminais
Ultracargo é reconhecida pelo quarto ano consecutivo com...
25/09/26
GNL
Edge e Governo do Rio Grande do Sul assinam Memorando de...
25/09/26
E&P
ANP contrata B3 para assessoria técnica às licitações de E&P
25/09/26
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25