Evento
O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella e o Gerente Executivo do Pré-Sal, José Formigli, participaram na terça-feira (29/04), no Rio de janeiro, do seminário sobre os desafios tecnológicos da camada pré-sal. O evento foi promovido pela COPPE/ UFRJ em parceria co
Agência PetrobrasO diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella e o Gerente Executivo do Pré-Sal, José Formigli, participaram na terça-feira (29/04), no Rio de janeiro, do seminário sobre os desafios tecnológicos da camada pré-sal. Durante a sua exposição, o diretor Estrella disse que “na Petrobras não tínhamos dúvidas da existência de geração de petróleo e gás abaixo da camada de sal, estávamos aguardando definições dos levantamentos sísmicos para definir as locações a serem perfuradas e todas que foram concluídas apresentaram resultados positivos”.
O evento foi promovido pela COPPE/ UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia) em parceria com a Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (SOBENA), Society for Underwater Technology (SUT) e o UK Brazil Centre of Ocean Engineering.
O Gerente Executivo do Pré-Sal, José Formigli, disse que ” por uma feliz coincidência da natureza, as maiores descobertas até agora na área do pré-sal estão localizadas em frente ao Rio de Janeiro e São Paulo, onde estão os maiores mercados brasileiros”.
Estrella informou que a fase atual é de avaliação e obtenção de informações e que a próxima será a instalação de uma plataforma flutuante, na área de Tupi, que vai realizar os testes de longa duração, a ser iniciado em março de 2009, com objetivo de obter informações do comportamento da produção do reservatório que serão fundamentais para os projetos das fases futuras de desenvolvimento da descoberta. Durante os testes a produção poderá ser de até 30 mil barris por dia. Para esta fase que já foi contratado um navio-plataforma do tipo FPSO que produz, processa, armazena e escoa petróleo.
Para dezembro de 2010 está prevista a instalação, também na área de Tupi, de um projeto piloto de produção para 100 mil barris por dia, para o qual a empresa já está sondando o mercado, visando a contratação dos equipamentos. Neste projeto, a produção de petróleo será escoada por navios e o gás natural por um gasoduto de 250 km de extensão até a plataforma de Mexilhão, que está em construção e será instalada em 2009, na Bacia de Santos. Da plataforma o gás será escoado até o litoral e entrará no sistema já existe de abastecimento de gás do Sudeste.
No primeiro semestre do corrente ano deverá entrar em produção a primeira produção de petróleo no pré-sal, no campo de Jubarte, em frente ao litoral do Espírito Santo.
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