Projeto

Dilma diz que Programa Ciência sem Fronteiras não pode parar

Ela também defendeu a expansão do ensino superior no país.

Agência Brasil
16/09/2013 13:34
Visualizações: 1059

 

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que o Programa Ciência sem Fronteiras tem trazido resultados importantes ao país e, por isso, não pode parar. Segundo Dilma, o programa, criado em 2011 com a meta de enviar cerca de 100 mil estudantes das áreas de ciência e tecnologia para instituições do exterior até 2015, tira o atraso do setor educacional do país. Ela também defendeu a expansão do ensino superior no país.
“Não podemos parar com o Ciência sem Fronteiras, porque permite tirar o atraso, levando nossos estudantes a estudar em universidades de nível A do mundo”, disse a presidenta, ressaltando também as parcerias entre universidades e pesquisadores brasileiros e estrangeiros estimuladas pelo programa.
Dilma participou, na manhã de hoje, em Porto Alegre, da cerimônia de assinatura do contrato para a construção das plataformas P-75 e P-77, e disse que o estímulo governamental para o setor também poderá ajudar o país a voltar a ser um dos maiores centros da indústria naval no mundo.
Até agosto, 37.786 bolsistas já haviam iniciado seus estudos no exterior, sendo 30.690 na modalidade graduação sanduíche, 4.071 em doutorado sanduíche, 2.160 em pós-doutorado e 859 em doutorado. Os países que mais receberam estudantes do programa foram Estados Unidos, França, Canadá, Reino Unido, Austrália e Alemanha. As áreas mais procuradas são engenharias, biologia, ciências biomédicas e da saúde e ciências exatas e da terra.
Durante seu discurso, a presidenta disse que o Brasil ainda é um país com poucos universitários e que precisará garantir maior acesso da população à universidade. “Vamos ter que fazer um grande esforço, além do que fazemos com o ProUni [Programa Universidade para Todos], com o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e com a expansão e interiorização das universidades federais”.

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que o Programa Ciência sem Fronteiras tem trazido resultados importantes ao país e, por isso, não pode parar. Segundo Dilma, o programa, criado em 2011 com a meta de enviar cerca de 100 mil estudantes das áreas de ciência e tecnologia para instituições do exterior até 2015, tira o atraso do setor educacional do país. Ela também defendeu a expansão do ensino superior no país.


“Não podemos parar com o Ciência sem Fronteiras, porque permite tirar o atraso, levando nossos estudantes a estudar em universidades de nível A do mundo”, disse a presidenta, ressaltando também as parcerias entre universidades e pesquisadores brasileiros e estrangeiros estimuladas pelo programa.


Dilma participou, na manhã de hoje, em Porto Alegre, da cerimônia de assinatura do contrato para a construção das plataformas P-75 e P-77, e disse que o estímulo governamental para o setor também poderá ajudar o país a voltar a ser um dos maiores centros da indústria naval no mundo.Até agosto, 37.786 bolsistas já haviam iniciado seus estudos no exterior, sendo 30.690 na modalidade graduação sanduíche, 4.071 em doutorado sanduíche, 2.160 em pós-doutorado e 859 em doutorado. Os países que mais receberam estudantes do programa foram Estados Unidos, França, Canadá, Reino Unido, Austrália e Alemanha. As áreas mais procuradas são engenharias, biologia, ciências biomédicas e da saúde e ciências exatas e da terra.


Durante seu discurso, a presidenta disse que o Brasil ainda é um país com poucos universitários e que precisará garantir maior acesso da população à universidade. “Vamos ter que fazer um grande esforço, além do que fazemos com o ProUni [Programa Universidade para Todos], com o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e com a expansão e interiorização das universidades federais”.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Inteligência Artificial
PRIO usa tecnologia para acelerar a produção audiovisual...
13/01/26
Posicionamento IBP
Sanção do PLP 125/22 fortalece o mercado legal de combus...
13/01/26
Resultado
Portos do Sudeste movimentam 635 milhões de toneladas at...
12/01/26
Negócio
Vallourec conquista contrato expressivo com a Shell no B...
12/01/26
Brasil e Venezuela
Petróleo venezuelano vira peça-chave da disputa geopolít...
12/01/26
Combustíveis
Etanol mantém trajetória de alta no início de 2026, apon...
12/01/26
Navegação
Shell obtém licença inédita como Empresa Brasileira de N...
09/01/26
Resultado
Petróleo é o principal produto da exportação brasileira ...
09/01/26
Petrobras
Revap irá ampliar em 80% produção de diesel S-10
09/01/26
Reconhecimento
ENGIE Brasil obtém nota máxima no CDP, entidade global q...
08/01/26
Ceará
Empresas cearenses lideram projeto H2MOVER-Pecém, seleci...
07/01/26
Apoio Marítimo
Ambipar realiza mais de 600 atendimentos no ano em respo...
06/01/26
Santos
Petrobras celebra 20 anos da Unidade da Bacia de Santos
06/01/26
Bacia de Pelotas
TGS disponibiliza aplicativo de segurança marítima para ...
06/01/26
Diesel
Petrobras e Vale avançam com parceria no fornecimento de...
05/01/26
ANP
Em novembro o Brasil produziu 4,921 milhões de barris boe/d
05/01/26
Negócio
KPMG: fusões e aquisições em petróleo têm recuo de quase...
05/01/26
Etanol
Anidro e hidratado iniciam o ano em alta pelo Indicador ...
05/01/26
Pré-Sal
Com a FPSO P-78, Petrobras inicia produção de Búzios 6
02/01/26
Pré-Sal
Seatrium conquista primeiro marco do escopo completo da ...
02/01/26
Biometano
Edge e Orizon obtêm autorização da ANP para comercializa...
02/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.