Economia

Desembolsos do BNDES para vendas externas mantém ritmo de 2013

O que deve se repetir em 2014.

Valor Econômico
14/01/2014 11:23
Visualizações: 793

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve manter este o ano o mesmo volume de desembolsos de 2013 nos financiamentos à exportação de bens e serviços, quando o banco desembolsou cerca de US$ 7,2 bilhões à exportação - os números fechados ainda não foram anunciados. A previsão é repetir o número, em dólares, em 2014, segundo a superintendente da área de comércio exterior do BNDES, Luciene Machado.
Caso o montante de US$ 7,2 bilhões em financiamentos à exportação de 2013 se confirme, haverá crescimento de cerca de 32% nos desembolsos da área de comércio exterior do banco em relação a 2012, que totalizaram US$ 5,46 bilhões. O recorde no apoio à exportação pelo BNDES se deu em 2010, quando foram desembolsados US$ 11,2 bilhões.
Luciene disse que tanto as linhas de pré-embarque, que financiam a produção do bem a ser exportado, quanto do pós-embarque, que apoiam a comercialização, sustentaram o crescimento da área de exportação do banco em 2013. Cerca de metade dos US$ 7,2 bilhões foi desembolsada em linhas de pré-embarque. Os outros 50% foram direcionados para as linhas de pós-embarque.
Em 2014, a linha de pré-embarque continuará a contar com o benefício do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), mas agora com uma taxa de juros maior. No pré-embarque, a taxa do PSI passou de 5,5% para 8%. Mesmo assim, Luciene considera que a taxa continuará a ser atrativa para os tomadores dos empréstimos.
Se houver um orçamento razoável no PSI para a exportação, semelhante ao de 2013, essa deverá ser a linha utilizada no pré-embarque. Mas caso o orçamento seja menor, haverá complementação da linha de pré-embarque normal, sem o PSI, na qual a taxa de juros não é fixa, mas formada por uma composição de TJLP, a taxa básica de remuneração do BNDES. De qualquer maneira, o importante, segundo o BNDES, é que o banco vai atender à demanda por crédito à exportação em 2014.
Nas linhas de pós-embarque, o BNDES começa o ano com diversos projetos novos em carteira em fase de desembolso. Luciene citou como exemplos dois projetos de termelétricas na República Dominicana, além de projetos menores naquele país na área viária (pontes, viadutos e estradas).
Na Venezuela, o BNDES tem uma carteira de projetos associada a investimentos em gasodutos por parte da Petróleos de Venezuela (PDVSA). Essa é uma novidade para o banco, porque os financiamentos à exportação para a Venezuela sempre estiveram associados a obras de infraestrutura, como metrô, aquedutos, saneamento e barragens.
Ainda na América Latina, o BNDES tem desembolsos para financiamentos de uma hidrelétrica e de um projeto de irrigação no Equador, além de um projeto em análise no setor de portos. Todos os financiamentos para projetos de infraestrutura em países da região envolvem a exportação de bens e serviços brasileiros.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve manter este o ano o mesmo volume de desembolsos de 2013 nos financiamentos à exportação de bens e serviços, quando o banco desembolsou cerca de US$ 7,2 bilhões à exportação - os números fechados ainda não foram anunciados. A previsão é repetir o número, em dólares, em 2014, segundo a superintendente da área de comércio exterior do BNDES, Luciene Machado.

Caso o montante de US$ 7,2 bilhões em financiamentos à exportação de 2013 se confirme, haverá crescimento de cerca de 32% nos desembolsos da área de comércio exterior do banco em relação a 2012, que totalizaram US$ 5,46 bilhões. O recorde no apoio à exportação pelo BNDES se deu em 2010, quando foram desembolsados US$ 11,2 bilhões.

Luciene disse que tanto as linhas de pré-embarque, que financiam a produção do bem a ser exportado, quanto do pós-embarque, que apoiam a comercialização, sustentaram o crescimento da área de exportação do banco em 2013. Cerca de metade dos US$ 7,2 bilhões foi desembolsada em linhas de pré-embarque. Os outros 50% foram direcionados para as linhas de pós-embarque.

Em 2014, a linha de pré-embarque continuará a contar com o benefício do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), mas agora com uma taxa de juros maior. No pré-embarque, a taxa do PSI passou de 5,5% para 8%. Mesmo assim, Luciene considera que a taxa continuará a ser atrativa para os tomadores dos empréstimos.

Se houver um orçamento razoável no PSI para a exportação, semelhante ao de 2013, essa deverá ser a linha utilizada no pré-embarque. Mas caso o orçamento seja menor, haverá complementação da linha de pré-embarque normal, sem o PSI, na qual a taxa de juros não é fixa, mas formada por uma composição de TJLP, a taxa básica de remuneração do BNDES. De qualquer maneira, o importante, segundo o BNDES, é que o banco vai atender à demanda por crédito à exportação em 2014.

Nas linhas de pós-embarque, o BNDES começa o ano com diversos projetos novos em carteira em fase de desembolso. Luciene citou como exemplos dois projetos de termelétricas na República Dominicana, além de projetos menores naquele país na área viária (pontes, viadutos e estradas).

Na Venezuela, o BNDES tem uma carteira de projetos associada a investimentos em gasodutos por parte da Petróleos de Venezuela (PDVSA). Essa é uma novidade para o banco, porque os financiamentos à exportação para a Venezuela sempre estiveram associados a obras de infraestrutura, como metrô, aquedutos, saneamento e barragens.

Ainda na América Latina, o BNDES tem desembolsos para financiamentos de uma hidrelétrica e de um projeto de irrigação no Equador, além de um projeto em análise no setor de portos. Todos os financiamentos para projetos de infraestrutura em países da região envolvem a exportação de bens e serviços brasileiros.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
ABESPetro promove fórum sobre cadeia de suprimentos de ó...
18/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 começa na próxima segunda-feira (21) com a pr...
18/09/26
ROG.e 2026
Constellation leva à ROG.e 2026 liderança operacional, i...
18/09/26
ROG.e 2026
Avanços em Wahoo e eficiência operacional integram agend...
18/09/26
ROG.e 2026
Vallourec apresenta novas tecnologias para operações off...
18/09/26
Brasil
CoreMarine dá um passo decisivo para expandir sua presen...
18/09/26
ROG.e 2026
SLB celebra 80 anos no Brasil na ROG.e 2026 e destaca av...
17/09/26
ROG.e 2026
ANP participará de evento que reúne o setor de energia
17/09/26
ROG.e 2026
BRAVA Energia consolida presença na ROG.e 2026 com desta...
17/09/26
ROG.e 2026
IATI leva dez tecnologias desenvolvidas em Pernambuco à ...
17/09/26
ANP
Oferta Permanente: divulgadas as sequências das ofertas ...
17/09/26
Petroquímica
Braskem registra recorde histórico de produção de propen...
17/09/26
ROG.e 2026
Eficiência energética com redução de consumo de diesel é...
17/09/26
ROG.e 2026
M&O e Belga Marine apresentam soluções globais para ener...
17/09/26
ROG.e 2026
IBP e OPITO promovem experiência imersiva e gamificada p...
17/09/26
ROG.e 2026
Amapá leva estratégia de atração de investimentos para a...
17/09/26
PPSA
9º Leilão Spot: PPSA comercializa cargas dos Campos de B...
16/09/26
ROG.e 2026
ICONIC reforça atuação na cadeia de óleo, gás e energia ...
16/09/26
Mato Grosso do Sul
Bio Energy Summit colocou bioenergia de MS no centro dos...
16/09/26
Internacional
Petrobras assina contrato de longo prazo para compra e v...
16/09/26
ROG.e 2026
Tenaris promove painéis sobre formação técnica e soluçõe...
16/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25