Internacional

Demanda chinesa por petróleo em 2013 tem menor alta em 22 anos

Dados são da AIE.

Redação, com agências
21/01/2014 09:55
Visualizações: 914

 

O consumo chinês de petróleo em 2013 teve o menor crescimento em mais de duas décadas, mostraram dados ontem, segunda-feira (20). Isso ocorreu devido à desaceleração do crescimento econômico, que teve repercussão no consumo de combustíveis para o transporte e a indústria, como o diesel.
A demanda implícita por petróleo no segundo maior consumidor mundial subiu 1,6% no ano passado, ou 150 mil barris por dia (bpd), de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados preliminares do governo chinês.
O consumo de petróleo da China é um fator determinante para os preços do recurso e tem puxado a demanda global na última década.
A Reuters calcula a demanda implícita de petróleo na China desde 2005, mas dados da Agência Internacional de Energia (AIE) indicam que a demanda aparente por petróleo não tem crescido tão lentamente desde pelo menos 1992, embora sua metodologia de cálculo seja diferente.
"A demanda chinesa por petróleo entrou em uma era de crescimento moderado", disse um analista de petróleo da China International Capital Corp. "A demanda por diesel ficou praticamente estável no último ano, mas a procura por gasolina manteve o rápido crescimento por boas vendas de automóveis."
PREVISÕES
O crescimento de 1,6% fica abaixo da previsão de agências internacionais do setor, de 3,8%, mas em linha com uma estimativa feita pela maior empresa de petróleo da China, a China National Petroleum Corporation (CNPC), que na semana passada estimou a demanda no país crescendo 1,7 por cento em 2013.
Os dados do governo mostraram que em dezembro, a demanda implícita por petróleo ficou em 10,06 milhões de bpd, queda de 7,5% ante a máxima recorde de 10,88 milhões de um ano antes, mas 1,2% acima do volume de novembro, de 9,94 milhões de bpd. O consumo no ano ficou em 9,78 milhões de bpd.
A demanda implícita é uma combinação entre o processamento de petróleo e as importações líquidas de derivados. O indicador ignora as mudanças de estoques, que raramente são informadas pelo governo. 

O consumo chinês de petróleo em 2013 teve o menor crescimento em mais de duas décadas, mostraram dados ontem, segunda-feira (20). Isso ocorreu devido à desaceleração do crescimento econômico, que teve repercussão no consumo de combustíveis para o transporte e a indústria, como o diesel.

A demanda implícita por petróleo no segundo maior consumidor mundial subiu 1,6% no ano passado, ou 150 mil barris por dia (bpd), de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados preliminares do governo chinês.

O consumo de petróleo da China é um fator determinante para os preços do recurso e tem puxado a demanda global na última década.

A Reuters calcula a demanda implícita de petróleo na China desde 2005, mas dados da Agência Internacional de Energia (AIE) indicam que a demanda aparente por petróleo não tem crescido tão lentamente desde pelo menos 1992, embora sua metodologia de cálculo seja diferente.

"A demanda chinesa por petróleo entrou em uma era de crescimento moderado", disse um analista de petróleo da China International Capital Corp. "A demanda por diesel ficou praticamente estável no último ano, mas a procura por gasolina manteve o rápido crescimento por boas vendas de automóveis."

Previsões

O crescimento de 1,6% fica abaixo da previsão de agências internacionais do setor, de 3,8%, mas em linha com uma estimativa feita pela maior empresa de petróleo da China, a China National Petroleum Corporation (CNPC), que na semana passada estimou a demanda no país crescendo 1,7 por cento em 2013.

Os dados do governo mostraram que em dezembro, a demanda implícita por petróleo ficou em 10,06 milhões de bpd, queda de 7,5% ante a máxima recorde de 10,88 milhões de um ano antes, mas 1,2% acima do volume de novembro, de 9,94 milhões de bpd. O consumo no ano ficou em 9,78 milhões de bpd.

A demanda implícita é uma combinação entre o processamento de petróleo e as importações líquidas de derivados. O indicador ignora as mudanças de estoques, que raramente são informadas pelo governo. 

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