Rio de Janeiro

Cronograma de obras do Porto do Açu está mantido

Afirmação é do diretor da LLX, Eugênio Figueiredo.

Agência Brasil
07/11/2013 09:38
Visualizações: 1304

 

O diretor financeiro da empresa LLX, Eugênio Figueiredo, disse na quarta-feira (6) que a empresa irá manter o cronograma de obras no Porto do Açu, em São João da Barra, no norte fluminense, "basicamente da maneira como foi concebido". Ele participou de uma reunião da Comissão Especial do Porto do Açu, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Antigo braço logístico do Grupo EBX, pertencente ao empresário Eike Batista, a LLX agora é controlada pelo grupo norte-americano EIG, que se tornou o acionista majoritário. Com a mudança, Eike Batista e o Grupo EBX são donos de 20% da empresa.
Em um fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários, a LLX informou nesta quarta-feira que está em discussões avançadas para alterar os acordos assinados entre a empresa e as subsidiárias com a OSX (empresa que atua na indústria naval do Grupo EBX). De acordo com a nota, a  ideia é "atender aos interesses da companhia e do desenvolvimento do Superporto do Açu".
A LLX foi chamada a prestar esclarecimentos na comisão da Alerj por causa do impacto da desvalorização das empresas do Grupo EBX, de Eike Batista, nas cidades do norte fluminense, segundo o presidente da comissão, deputado estadual Roberto Henriques (PSD). "O que motivou [a audiência] foi uma apreensão que reside na nossa região, no Brasil e no exterior com o que tem sido noticiado. Desde o aluno que está se preparando para o mercado, motivado pelos investimentos, até toda a economia e sociedade regional".
Diante de parlamentares e representantes das prefeituras da região e da sociedade civil, o diretor financeiro da LLX informou que está mantido o cronograma de obras dos terminais, do corredor logístico e das linhas de transmissão. O Terminal TX1, usado para minérios, deve ficar pronto entre o fim de 2014 e o início de 2015, previu Figueiredo. Já o canal em que funcionará o Terminal TX2, que deve ser usado principalmente por empresas da cadeia petrolífera, já deve ter as primeiras duas companhias em operação no fim deste ano.
Na primeira parte do projeto, R$ 1,7 bilhão devem ser investidos pela LLX Minas-Rio até 2015; e no TX2, a LLX-Açu deve gastar R$ 1,2 bilhão este ano. De 2007 até junho deste ano, R$ 4,1 bilhões foram investidos, conforme o diretor.
"O primeiro acordo com o Grupo EIG foi assinado em 14 de agosto, e até o dia 14 de outubro foi feito um levantamento que deixou o grupo mais confortável ainda", disse Figueiredo. De acordo com o diretor, com as obras, a arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) no município de São João da Barra saltou de R$ 750 mil em 2002, para R$ 33 milhões em 2012.
Segundo o diretor, a empresa ampliou o número de funcionários no porto de 3,8 mil para 5,4 mil entre janeiro e outubro de 2013, sendo 54% para moradores da região. Já o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Norte Fluminense alega que a Acciona, que prestava serviço para a OSX (empresa de construção naval do Grupo EBX), demitiu cerca de 1,6 mil pessoas ao encerrar o contrato, e que a LLX demitiu mais 100.
A comissão da Alerj deve receber um porta-voz do Grupo EIG na próxima terça-feira (12) e marcará reuniões temáticas para tratar do condomínio industrial e do estaleiro, para a qual deve ser convidado um representante da OSX.

O diretor financeiro da empresa LLX, Eugênio Figueiredo, disse na quarta-feira (6) que a empresa irá manter o cronograma de obras no Porto do Açu, em São João da Barra, no norte fluminense, "basicamente da maneira como foi concebido". Ele participou de uma reunião da Comissão Especial do Porto do Açu, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Antigo braço logístico do Grupo EBX, pertencente ao empresário Eike Batista, a LLX agora é controlada pelo grupo norte-americano EIG, que se tornou o acionista majoritário. Com a mudança, Eike Batista e o Grupo EBX são donos de 20% da empresa.

Em um fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários, a LLX informou nesta quarta-feira que está em discussões avançadas para alterar os acordos assinados entre a empresa e as subsidiárias com a OSX (empresa que atua na indústria naval do Grupo EBX). De acordo com a nota, a  ideia é "atender aos interesses da companhia e do desenvolvimento do Superporto do Açu".

A LLX foi chamada a prestar esclarecimentos na comisão da Alerj por causa do impacto da desvalorização das empresas do Grupo EBX, de Eike Batista, nas cidades do norte fluminense, segundo o presidente da comissão, deputado estadual Roberto Henriques (PSD). "O que motivou [a audiência] foi uma apreensão que reside na nossa região, no Brasil e no exterior com o que tem sido noticiado. Desde o aluno que está se preparando para o mercado, motivado pelos investimentos, até toda a economia e sociedade regional".

Diante de parlamentares e representantes das prefeituras da região e da sociedade civil, o diretor financeiro da LLX informou que está mantido o cronograma de obras dos terminais, do corredor logístico e das linhas de transmissão. O Terminal TX1, usado para minérios, deve ficar pronto entre o fim de 2014 e o início de 2015, previu Figueiredo. Já o canal em que funcionará o Terminal TX2, que deve ser usado principalmente por empresas da cadeia petrolífera, já deve ter as primeiras duas companhias em operação no fim deste ano.

Na primeira parte do projeto, R$ 1,7 bilhão devem ser investidos pela LLX Minas-Rio até 2015; e no TX2, a LLX-Açu deve gastar R$ 1,2 bilhão este ano. De 2007 até junho deste ano, R$ 4,1 bilhões foram investidos, conforme o diretor.

"O primeiro acordo com o Grupo EIG foi assinado em 14 de agosto, e até o dia 14 de outubro foi feito um levantamento que deixou o grupo mais confortável ainda", disse Figueiredo. De acordo com o diretor, com as obras, a arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) no município de São João da Barra saltou de R$ 750 mil em 2002, para R$ 33 milhões em 2012.

Segundo o diretor, a empresa ampliou o número de funcionários no porto de 3,8 mil para 5,4 mil entre janeiro e outubro de 2013, sendo 54% para moradores da região. Já o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Norte Fluminense alega que a Acciona, que prestava serviço para a OSX (empresa de construção naval do Grupo EBX), demitiu cerca de 1,6 mil pessoas ao encerrar o contrato, e que a LLX demitiu mais 100.

A comissão da Alerj deve receber um porta-voz do Grupo EIG na próxima terça-feira (12) e marcará reuniões temáticas para tratar do condomínio industrial e do estaleiro, para a qual deve ser convidado um representante da OSX.

 

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