Crise

Corrupção e queda no preço do barril podem adiar 13° Rodada

Reuters / Redação TN
19/01/2015 10:55
Corrupção e queda no preço do barril podem adiar 13° Rodada Imagem: Divulgação TN Petróleo Visualizações: 880

O governo brasileiro está considerando adiar sua próxima licitação de petróleo para a segunda metade de 2015 devido às investigações de corrupção na Petrobras e a recente queda dos preços de petróleo, publicou o Globo na edição do último domingo (18).

A 13° rodada de licitações de petróleo, a primeira de petróleo e gás natural desde 2013, está atualmente agendada para entre o final de abril e meados de maio, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As empresas de petróleo veem um atraso como "certo", de acordo com reportagem de O Globo, citando fontes não nomeadas do governo e da indústria. Uma autoridade do governo disse ao jornal que havia preocupações sobre problemas financeiros nas companhias de construção citadas nas investigações sobre corrupção na Petrobras.

A 13° rodada deve oferecer áreas regiões em terra e no mar, mas não incluiria recursos do pré-sal.

Dezenas de executivos de grandes empresas de construção e engenharia do Brasil estão presos desde o final do ano passado por suposto desvio de bilhões de dólares de contratos com a Petrobras.

Porta-vozes na ANP e Petrobras não estavam imediatamente disponíveis para comentar a reportagem de O Globo.

Sete Brasil deverá ser salva na semana que vem

Na última quarta-feira (14), a presidente Dilma Rousseff se reuniu com os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, com o objetivo de liberar US$ 3,5 bilhões (R$ 9,2 bilhões) para socorrer a Sete Brasil, empresa criada para construir e alugar 28 sondas de perfuração para a Petrobras.

O governo tenta evitar que as dificuldades financeiras da empresa possam comprometer o mercado financeiro e quebrar a cadeia de fornecedores de serviços, causando mais demissões no setor da indústria naval.

A Sete Brasil tem como sócios os bancos Bradesco, BTG Pactual e Santander e os maiores fundos de pensão de estatais do país.

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