Economia

Contas externas têm saldo negativo de US$ 25,186 bi

Resultado é para o primeiro trimestre.

Agência Brasil
25/04/2014 15:15
Visualizações: 851

 

O saldo das compras e vendas de mercadorias e serviços entre o Brasil e o mundo fechou março negativo em US$ 6,248 bilhões. No primeiro trimestre, o déficit em transações correntes ficou em US$ 25,186 bilhões, contra US$ 24,704 bilhões registrados em igual período do ano passado, informou hoje (25) o Banco Central.
No primeiro trimestre, a maior parte do resultado negativo veio da conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros), com déficit de US$ 10,439 bilhões, em março. A conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou saldo negativo de US$ 9,105 bilhões. A balança comercial (saldo de exportações menos importações), que também faz parte das transações correntes, registrou déficit de US$ 6,072 bilhões, nos três meses do ano.
O ingresso líquido (descontadas as saídas) de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) ficou em US$ 430 milhões.
Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da renda do país, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento estrangeiro direto (IED), que vai para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar por ser de longo prazo. Mas há outras formas de financiamento, como os empréstimos e os investimentos estrangeiros em ações e em títulos de renda fixa.
Em março, o IED chegou a US$ 4,995 bilhões e fechou o primeiro trimestre em US$ 14,171 bilhões, contra US$ 5,739 bilhões e US$ 13,256 bilhões, em iguais períodos do ano passado, respectivamente.
Os investimentos em carteira (ações e títulos de renda fixa) chegaram a US$ 6,287 bilhões, em março, e a US$ 12,047 bilhões, no primeiro trimestre, ante US$ 3,156 bilhões e US$ 7,510 bilhões registrados em iguais períodos de 2013.

O saldo das compras e vendas de mercadorias e serviços entre o Brasil e o mundo fechou março negativo em US$ 6,248 bilhões. No primeiro trimestre, o déficit em transações correntes ficou em US$ 25,186 bilhões, contra US$ 24,704 bilhões registrados em igual período do ano passado, informou hoje (25) o Banco Central.

No primeiro trimestre, a maior parte do resultado negativo veio da conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros), com déficit de US$ 10,439 bilhões, em março. A conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou saldo negativo de US$ 9,105 bilhões. A balança comercial (saldo de exportações menos importações), que também faz parte das transações correntes, registrou déficit de US$ 6,072 bilhões, nos três meses do ano.

O ingresso líquido (descontadas as saídas) de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) ficou em US$ 430 milhões.

Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da renda do país, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento estrangeiro direto (IED), que vai para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar por ser de longo prazo. Mas há outras formas de financiamento, como os empréstimos e os investimentos estrangeiros em ações e em títulos de renda fixa.

Em março, o IED chegou a US$ 4,995 bilhões e fechou o primeiro trimestre em US$ 14,171 bilhões, contra US$ 5,739 bilhões e US$ 13,256 bilhões, em iguais períodos do ano passado, respectivamente.

Os investimentos em carteira (ações e títulos de renda fixa) chegaram a US$ 6,287 bilhões, em março, e a US$ 12,047 bilhões, no primeiro trimestre, ante US$ 3,156 bilhões e US$ 7,510 bilhões registrados em iguais períodos de 2013.

 

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