Energia elétrica

Cinco motivos para virar um consumidor livre de energia

Assessoria Comerc/Redação
08/07/2016 10:37
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Cada vez mais empresas, indústrias e estabelecimentos comerciais estão migrando para o mercado livre de energia. De janeiro de 2015 para cá, o número de consumidores saltou 81%, considerando as migrações já agendadas para o segundo semestre, que devem resultar em mais de 3.200 consumidores até o fim do ano. Na prática, migrar do mercado regulado para o livre significa deixar de pagar as tarifas de energia fixadas pelo governo e passar a negociar contratos de fornecimento diretamente com geradores ou comercializadoras, com preço, prazo e índices de reajuste previamente combinados.

Comum em diversos países, o boom atual de migração no Brasil é favorecido pela diferença nos preços da energia no mercado livre, que ficam ainda mais atrativos diante da alta nas tarifas reguladas, que chegaram a 70% no ano passado, em alguns casos. Podem comprar energia no mercado livre empresas que tenham demanda contratada* a partir de 500 kW ao mês, o equivalente a uma conta de cerca de R$ 80 mil, caso de supermercados, shoppings, hoteis, hospitais e condomínios comerciais, além das grandes indústrias.

A Comerc Energia, maior gestora de energia do país, lista cinco bons motivos para migrar para o mercado livre:

1) Economia na conta de energia – a redução de custos é um dos principais benefícios da migração para o mercado livre. Atualmente, o consumidor pode ter, em média, de 25% a 30% de redução na conta em relação às tarifas cobradas no mercado regulado.

2) Previsibilidade orçamentária – por ser um fornecimento com preço, prazo e índice de reajuste definidos, o consumidor já sabe quanto vai pagar pela energia durante a vigência do contrato, sem surpresas no final do mês. Essa previsibilidade é positiva para o planejamento financeiro das empresas, que não têm mais que lidar com reajustes anuais ou extraordinários, nem com as mudanças de bandeiras tarifárias.

3) Independência e controle da origem da energia – o consumidor pode escolher de qual fonte geradora deseja contratar a energia. Entre as opções estão fontes tradicionais, como grandes hidroelétricas e termoelétricas a gás, e renováveis, como eólica, solar e termoelétricas a biomassa de cana.

4) Redução de impacto ambiental – o consumidor cuja demanda contratada esteja entre 500 kW e 3.000 kW é conhecido como “consumidor especial” e deve, necessariamente, contratar energia de fontes renováveis incentivadas pelo governo, como eólica, biomassa, solar e pequenas centrais hidrelétricas. Isso fomenta o desenvolvimento destas fontes no Brasil, colaborando ativamente para reduzir o volume de gases poluentes na atmosfera. A Comerc Energia concede às empresas um Certificado de Energia Renovável, que calcula e atesta a redução de emissões de CO2 alcançada pelo uso de energia renovável. De 2009 a 2015, as empresas geridas pela Comerc evitaram a emissão de 1,76 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera, o que equivale ao plantio de 11,727 milhões de árvores. Os consumidores com demanda contratada maior do que 3.000 kW são chamados de “consumidores livres” e podem escolher qualquer fonte de geração, embora, muitas vezes, optem pelas renováveis também.

5) Desconto nas tarifas de transporte – Migrando para o mercado livre, o consumidor pode negociar o preço pago pela energia, porém outras parcelas que compõem o custo final permanecem tarifadas. É o caso da tarifa de transmissão e da tarifa de distribuição, cobradas para manter a operação do transporte da energia da usina até o ponto de consumo. No entanto, quando o consumidor contrata as fontes renováveis incentivadas pelo governo, ganha como benefício um desconto de 50% a 100% nestas tarifas de transporte da energia, tornando o custo final do insumo mais atrativo.

*Demanda contratada – O consumo de energia oscila constantemente de acordo com o acionamento e desligamento de equipamentos diversos. A rede de distribuição deve estar preparada para entregar a eletricidade o tempo todo, inclusive nos momentos de picos de consumo. Por isso, cada consumidor precisa informar à distribuidora de sua região qual é seu pico de consumo, ou seja, a potência máxima atingida com o acionamento simultâneo de seus equipamentos durante a operação da sua unidade consumidora. Com este dado, a distribuidora deixa à disposição do consumidor um “espaço” suficiente na sua rede para entregar a energia. A reserva deste espaço para o consumidor é cobrada na conta de energia elétrica e conhecida como demanda contratada.

Sobre a Comerc Energia

A Comerc Energia foi fundada em 2001 e é formada por duas empresas: a Comerc Gestão e a Comerc Trading. A Comerc Gestão é a maior gestora independente de energia elétrica do Brasil, responsável por gerir 15% da carga de energia de consumidores livres. O objetivo da empresa é maximizar a redução do custo de energia elétrica e atender plenamente as necessidades do cliente no curto, médio e longo prazo, por meio da elaboração de estratégias de posicionamento e de estruturas de gerenciamento de energia. A gestora também administra 3.300 MW de potência de geração (produtores independentes e autoprodutores), buscando a criação de valor para o cliente por meio de estratégias de comercialização rentáveis, seguras e eficientes.

 

A Comerc Trading está entre as 10 maiores do país por montante de energia comercializada. Entre as comercializadoras independentes, a Comerc está na liderança. A empresa faz parte da aliança internacional Energy Experts, juntamente à norueguesa BergenEnergi, à norte-americana Delta Energy e à australiana Energy Advice. O grupo oferece soluções globais em gerenciamento e estruturação de estratégias de contratação de energia elétrica para consumidores multinacionais. Em 2015, a Comerc foi considerada a melhor empresa do setor de energia pelo ranking da Revista Exame Melhores & Maiores. Mais informações estão disponíveis em www.comerc.com.br.

 

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