Internacional

China registra em novembro maior superávit em quase 5 anos

Exportações tiveram alta de 12,7% na comparação anual.

Valor Online
09/12/2013 14:06
Visualizações: 1006

 

A China registrou em novembro seu maior superávit comercial em quase cinco anos, uma vez que as exportações cresceram em ritmo mais acelerado do que a modesta expansão das importações, potencialmente ressuscitando uma fonte de atrito com os Estados Unidos.
Em novembro, o superávit comercial da China subiu para US$ 33,8 bilhões, frente a US$ 31,1 bilhões no mês anterior. As exportações encenaram uma recuperação, com alta de 12,7% na comparação anual e de 5,6% em relação a outubro. Esse é um sinal positivo para a economia global, bem como para a China, na avaliação de especialistas.
Mas as importações cresceram de maneira bem mais modesta, com alta de 5,3% na comparação anual, agravando o superávit do comércio global da China e trazendo o desequilíbrio com os Estados Unidos a US$ 22,4 bilhões em novembro.
O superávit comercial persistente tem sido fonte de discórdia entre Pequim e Washington e tem alimentado o acúmulo de US$ 3,66 trilhões em reservas cambiais da China até o fim do terceiro trimestre.
Apesar de o governo chinês ter reafirmado o compromisso de impulsionar a demanda doméstica e liberalizar a taxa de câmbio, as exportações do país continuam superando as importações quase todos os meses. Com compras externas fracas, o superávit comercial em novembro foi o maior desde janeiro de 2009. “As importações foram decepcionantes”, disse Ma Xiaoping, economista do HSBC. “A demanda doméstica ainda está morna”.
As exportações da China vinham sofrendo desde a crise financeira global, uma vez que Europa e Estados Unidos já não representavam uma fonte confiável de demanda. Mas uma recuperação gradual no mundo desenvolvido, nos últimos meses, iluminou as perspectivas para as exportações do país.
“Há sinais de que a atividade e o comércio global estão ganhando força, impulsionados pela valorização em países de alta renda, e os exportadores da China estão se beneficiando”, disse Louis Kuijs, economista do RBS.

A China registrou em novembro seu maior superávit comercial em quase cinco anos, uma vez que as exportações cresceram em ritmo mais acelerado do que a modesta expansão das importações, potencialmente ressuscitando uma fonte de atrito com os Estados Unidos.

Em novembro, o superávit comercial da China subiu para US$ 33,8 bilhões, frente a US$ 31,1 bilhões no mês anterior. As exportações encenaram uma recuperação, com alta de 12,7% na comparação anual e de 5,6% em relação a outubro. Esse é um sinal positivo para a economia global, bem como para a China, na avaliação de especialistas.

Mas as importações cresceram de maneira bem mais modesta, com alta de 5,3% na comparação anual, agravando o superávit do comércio global da China e trazendo o desequilíbrio com os Estados Unidos a US$ 22,4 bilhões em novembro.

O superávit comercial persistente tem sido fonte de discórdia entre Pequim e Washington e tem alimentado o acúmulo de US$ 3,66 trilhões em reservas cambiais da China até o fim do terceiro trimestre.

Apesar de o governo chinês ter reafirmado o compromisso de impulsionar a demanda doméstica e liberalizar a taxa de câmbio, as exportações do país continuam superando as importações quase todos os meses. Com compras externas fracas, o superávit comercial em novembro foi o maior desde janeiro de 2009. “As importações foram decepcionantes”, disse Ma Xiaoping, economista do HSBC. “A demanda doméstica ainda está morna”.

As exportações da China vinham sofrendo desde a crise financeira global, uma vez que Europa e Estados Unidos já não representavam uma fonte confiável de demanda. Mas uma recuperação gradual no mundo desenvolvido, nos últimos meses, iluminou as perspectivas para as exportações do país.

“Há sinais de que a atividade e o comércio global estão ganhando força, impulsionados pela valorização em países de alta renda, e os exportadores da China estão se beneficiando”, disse Louis Kuijs, economista do RBS.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
Apoio Offshore
Transporte aéreo no setor do petróleo cresce 21% em dois...
17/06/26
Pessoas
ENGIE Brasil nomeia Michele Schifino como diretora de Co...
16/06/26
Combustíveis
Propostas de resoluções sobre caracterização da elevação...
16/06/26
Hidrelétrica
Gerdau adquire 100% de participação societária de usina ...
16/06/26
Fenasucro
Otimista, Fenasucro & Agrocana anuncia crescimento e se ...
16/06/26
Gestão
Petróleo, gás e energia lideram troca de CEOs no Ibovesp...
16/06/26
Petróleo e Gás
Coppe inaugura moderno Núcleo de Tecnologia de Poços
16/06/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas está com as inscrições abertas
15/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
15/06/26
Energia Elétrica
Expansão de data centers pressiona infraestrutura energé...
15/06/26
Combustível
Etanol encerra a semana em alta e com reação diante do a...
15/06/26
Gás Natural
ANP concede prazo para adequação de importadores a resol...
12/06/26
E&P
ANP divulga Calendário Estratégico Unificado de Avaliaçõ...
12/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.