Internacional
<P>O Governo também obrigará as empresas chinesas com participação estrangeira a estabelecerem centros tecnológicos que permitam às firmas chinesas absorver a tecnologia estrangeira, acrescenta o texto oficial, que planifica o desenvolvimento do setor naval chinês para os próximos cinco anos...
O Governo também obrigará as empresas chinesas com participação estrangeira a estabelecerem centros tecnológicos que permitam às firmas chinesas absorver a tecnologia estrangeira, acrescenta o texto oficial, que planifica o desenvolvimento do setor naval chinês para os próximos cinco anos.
O objetivo é permitir à parte chinesa adquirir a tecnologia avançada e as habilidades de gestão das companhias estrangeiras, tomar a iniciativa no desenvolvimento da indústria naval e fortalecer sua competitividade, explica o documento.
Segundo o jornal, o texto será aprovado e aplicado em breve.
A minuta também indica que a China construirá, entre 2006 e 2010, três bases modernas de construção naval, na baía de Bohai (perto do porto de Dalian, nordeste), na foz do Yang Tsé (perto de Xangai, leste) e na região do Rio Pérola (perto de Cantão, sudeste).
Até 2010, os principais navios desenvolvidos e construídos por nosso país deveriam alcançar um nível internacional avançado, afirma o documento.
Limitar a participação estrangeira em setores estratégicos da economia é comum na China, que, graças a seus baixos custos de mão-de-obra e de produção, se transformou no terceiro maior fabricante de navios do mundo, com 20% do mercado mundial. Em 2000, a participação chinesa era de apenas 6%.
Durante os primeiros seis meses de 2006, o gigante asiático exportou navios a mais de cem países, no valor de US$ 3,4 bilhões, 67% a mais que no mesmo período do ano anterior.
Fonte: Agência EFE
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