Indicadores

Capacidade de geração de energia no país aumentou 32% desde 2007

Obras do PAC promoveram a entrada de 12,8 mil megawatts (MW).

Agência Brasil
27/06/2014 14:42
Capacidade de geração de energia no país aumentou 32% desde 2007 Imagem: Marcello Casal Jr/ABr Visualizações: 728

 

Os investimentos em energia desde o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1, criado em 2007, aumentaram a capacidade de geração do país em 32%, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
As obras do eixo energia da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançada em 2011, promoveram a entrada de 12,8 mil megawatts (MW) no parque brasileiro, sendo 2,6 mil MW nos quatro primeiros meses de 2014, segundo os números do décimo balanço do programa, divulgado hoje (27) pelo Ministério do Planejamento.
Entre as usinas que entraram em operação, o documento destaca as usinas hidrelétricas de Estreito (1,08 mil MW), entre os estados do Tocantins e do Maranhão; de Mauá (361 MW), no Paraná, Jirau (3,75 mil MW) e Santo Antônio (3,15 MW), ambas no Rio Madeira, em Rondônia, que já estão em operação gerando 2,45 mil MW. Também começaram a funcionar 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1,7 mil MW, com destaque o início de operação nos primeiros quatro meses do ano de mais parques eólicos no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Ceará.
No PAC 2 já foram concluídas 35 linhas de transmissão, totalizando 10,2 mil quilômetros de extensão. De acordo com o ministério, mais 39 linhas de transmissão, com 11,2 mil quilômetros de extensão estão em obras, além de 26 subestações de energia. O balanço divulgado nesta sexta-feira informa que 12 leilões do PAC 2 viabilizaram a concessão de 23,8 mil quilômetros de novas linhas de transmissão, com investimento previsto de R$ 26,3 bilhões.
Segundo o balanço, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo pelo programa, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis. De acordo com o governo, a Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 87% das obras concluídas e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com 71%. Quando entrarem em operação, a capacidade de processamento do país deve aumentar em 395 mil barris por dia.

Os investimentos em energia desde o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1, criado em 2007, aumentaram a capacidade de geração do país em 32%, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

As obras do eixo energia da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançada em 2011, promoveram a entrada de 12,8 mil megawatts (MW) no parque brasileiro, sendo 2,6 mil MW nos quatro primeiros meses de 2014, segundo os números do décimo balanço do programa, divulgado hoje (27) pelo Ministério do Planejamento.

Entre as usinas que entraram em operação, o documento destaca as usinas hidrelétricas de Estreito (1,08 mil MW), entre os estados do Tocantins e do Maranhão; de Mauá (361 MW), no Paraná, Jirau (3,75 mil MW) e Santo Antônio (3,15 MW), ambas no Rio Madeira, em Rondônia, que já estão em operação gerando 2,45 mil MW. Também começaram a funcionar 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1,7 mil MW, com destaque o início de operação nos primeiros quatro meses do ano de mais parques eólicos no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Ceará.

No PAC 2 já foram concluídas 35 linhas de transmissão, totalizando 10,2 mil quilômetros de extensão. De acordo com o ministério, mais 39 linhas de transmissão, com 11,2 mil quilômetros de extensão estão em obras, além de 26 subestações de energia. O balanço divulgado nesta sexta-feira informa que 12 leilões do PAC 2 viabilizaram a concessão de 23,8 mil quilômetros de novas linhas de transmissão, com investimento previsto de R$ 26,3 bilhões.

Segundo o balanço, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo pelo programa, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis. De acordo com o governo, a Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 87% das obras concluídas e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com 71%. Quando entrarem em operação, a capacidade de processamento do país deve aumentar em 395 mil barris por dia.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
GNV
Sindirepa: preço do GNV terá redução de até 12,5% no Rio...
30/01/26
Descomissionamento
SLB inaugura Centro de Excelência em Descomissionamento
30/01/26
Apoio Offshore
Wilson Sons lança rebocador da nova série para atender d...
30/01/26
Gás Natural
Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 terá programação diversa e foco na pro...
28/01/26
Internacional
Petrobras amplia venda de petróleo para a Índia
28/01/26
Offshore
Projeto Sergipe Águas Profundas tem plano de desenvolvim...
28/01/26
Royalties
Valores referentes à produção de novembro para contratos...
28/01/26
Gás Natural
Petrobras reduz preços do gás natural para distribuidoras
28/01/26
Gás Natural
Renovação das concessões de gás no Rio exige transparênc...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 antecipa grandes debates e inicia cont...
27/01/26
Gás Natural
Firjan: Rio de Janeiro consolida papel de "hub do gás" e...
27/01/26
Combustíveis
Petrobras reduz preços de gasolina em 5,2% para distribu...
26/01/26
Brasil-Alemanha
PMEs Go Green realiza ciclo de workshops gratuitos com f...
26/01/26
Etanol
Hidratado registra valorização no mercado semanal e diário
26/01/26
Logística
Terminais Ageo captam R$ 450 milhões em debêntures incen...
23/01/26
Petrobras
Alta eficiência amplia refino e aumenta produção de comb...
22/01/26
Combustíveis
IBP: Decisão da ANP garante segurança de abastecimento e...
22/01/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 174 mil barris por ...
21/01/26
Apoio Offshore
Fundo da Marinha Mercante destina R$ 2,3 bilhões à const...
21/01/26
Drilling
Navio-sonda Norbe IX, da Foresea, passa por manutenção p...
21/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.