Internacional
<P> Perto de completar 100 anos, em 2014, o Canal do Panamá já sente os efeitos da idade e embarcações de grande porte não conseguem trafegar pelos cerca de 80 quilômetros que separam o Atlântico e o Pacífico no ponto mais estreito das Américas. <BR> As d...
Redação Perto de completar 100 anos, em 2014, o Canal do Panamá já sente os efeitos da idade e embarcações de grande porte não conseguem trafegar pelos cerca de 80 quilômetros que separam o Atlântico e o Pacífico no ponto mais estreito das Américas.
As dimensões da passagem, que comporta embarcações com até 32,3 metros de largura e quase 300 metros de comprimento, não permite que os grandes navios que fazem a ligação entre a Ásia e costa leste dos Estados Unidos e Europa trafeguem pelo local. Outro problema que afeta o canal é o congestionamento. Existem períodos em que embarcações têm de aguardar até 10 dias na fila.
Dos US$ 5,250 bilhões para a obra, há estudo para o financiamento de pelo menos US$ 2,5 bilhões. Organismos internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) poderiam criar linhas para as obras.
De olho no projeto de US$ 5,250 bilhões, representantes das quatro principais empreiteiras brasileiras fizeram contatos para demonstrar o interesse das empresas, que podem formar um consórcio para competir com as grandes concorrentes mundiais. A intenção é acompanhar o processo de discussão da obra para que seja possível ter agilidade e fazer frente à concorrência das grandes construtoras da América do Norte, Europa e Ásia.
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