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Braskem registra EBITDA de R$ 3 bilhões no segundo trimestre

Complexo Petroquímico do México gera primeiros resultados operacionais.

Redação/Assessoria
05/08/2016 10:35
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A Braskem voltou a mostrar sólidos resultados no segundo trimestre de 2016. A maior petroquímica das Américas registrou EBITDA ligeiramente acima de R$ 3 bilhões no período, alta de 15% sobre o mesmo trimestre do ano passado e em linha com trimestre anterior. Esse desempenho foi alcançado pelo maior volume de vendas em todos os mercados, os melhores spreads e o contínuo bom desempenho das unidades industriais dos Estados Unidos e da Europa, a maior disponibilidade de gás no cracker do Rio de Janeiro, além da depreciação média de 14% do real no período. Em dólar, o EBITDA somou US$ 858 milhões, alta de 1%.

A taxa de operação das centrais de matérias-primas no Brasil avançou para 94%, cinco pontos percentuais acima do trimestre anterior. Esse desempenho foi obtido graças principalmente ao melhor resultado operacional da central do Rio de Janeiro, cuja disponibilidade de gás matéria-prima cresceu no trimestre. A produção de resinas foi de 1,2 milhão de toneladas representando uma expansão de 1% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

Neste cenário, além do aumento de vendas no mercado interno, houve expansão de 21% das exportações de resinas brasileiras totalizando 454 mil toneladas de resinas. As exportações dos petroquímicos básicos, por sua vez, somaram 379 mil toneladas, 6% superior ao volume registrado em igual trimestre do ano passado em função do aumento das vendas de gasolina.

As unidades industriais da Braskem nos Estados Unidos e Europa operaram a plena carga. A demanda por polipropileno nessas regiões manteve-se crescente. De abril a junho, o EBITDA nos Estados Unidos e Europa foi de US$ 212 milhões (R$ 745 milhões), alta de 195%, correspondendo a 24,5% do consolidado da Braskem.

O trimestre também registrou os primeiros resultados operacionais do Complexo Petroquímico do México, inaugurado oficialmente em junho. Fruto do investimento superior a US$ 5 bilhões em parceria com o grupo mexicano Idesa, o Complexo apresentou taxa de 32% de utilização das plantas de polietileno, com a produção totalizando 83 mil toneladas de resinas. Deste total, 54 mil toneladas já foram vendidas tanto no mercado mexicano quanto no mercado internacional.

“A Braskem tem conseguido manter uma estratégia consistente de eficiência operacional e crescimento, tanto no Brasil como nos Estados Unidos e Europa”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Essa estratégia se completa com a entrada mais recentemente da operação do Complexo Petroquímico do México e a chegada dos seus primeiros resultados.”

No segundo trimestre, a receita líquida consolidada da Braskem teve crescimento de 3% e chegou a R$ 11,8 bilhões. O lucro líquido da controladora foi de R$ 413 milhões. Já o lucro consolidado somou R$ 281 milhões. O nível de alavancagem financeira da companhia, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, fechou o período em 1,79x. Também no segundo trimestre, a Braskem fez a distribuição aos acionistas de R$ 1 bilhão em dividendos, o que representou um terço do lucro líquido apurado no ano passado.

Sobre a Braskem

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual de 16 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento anual de R$ 54 bilhões. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, este último em parceria com a mexicana Idesa.

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