Economia

BP corta previsões de reservas mundiais de gás

Companhia também aumenta levemente petróleo.

Revista TN Petróleo/ Redação com agências
12/06/2013 12:17
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Brasil Offshore 2013
Cada vez mais apaixonada, cada vez mais feliz e na contagem regressiva para estarmos juntos, de fato, para sempre. Aproveito o dia de hoje para te agradecer por TUDO, por todos os momentos que vivemos, por todo amor e carinho e por tudo que ainda vamos viver juntos. Você 
 rápidoA petrolífera BP cortou suas estimativas de reservas globais de gás nesta quarta-feira, revisando as jazidas russas fortemente para baixo e colocando o Irã no topo do ranking mundial.
Em sua revisão estatística anual, a BP colocou as reservas provadas de gás em 187,3 trilhões de metros cúbicos no fim de 2012, ante uma estimativa de 208,4 trilhões um ano antes.
O corte de 21 trilhões equivale a cerca de sete anos de consumo global. Já a estimativa para 2012 é suficiente para atender a demanda por 56 anos, considerando o consumo atual.
A Rússia, detentora das maiores reservas mundiais por anos, respondeu por grande parte da redução, com as estimativas de suas reservas caindo de 44,6 trilhões para 32,9 trilhões de metros cúbicos.
O economista-chefe da BP, Christoph Ruhl, disse que a companhia decidiu neste ano ajustar suas estimativas para a ex-União Soviética, incluindo a Rússia.
"Tradicionalmente, países da ex-União Soviética tinham critérios diferentes usados em outros lugares. Então, usamos um fator de conversão para esses países onde não conseguimos dados administrados", afirmou Ruhl.
Com o corte, o Irã passou ao topo da lista entre os detentores de reservas de gás pela primeira vez em décadas, com 33,6 trilhões.
PETRÓLEO
Em petróleo, a estimativa da BP para as reservas provadas ficou em 1,669 bilhões de barris no fim de 2012, levemente acima dos 1,654 bilhões estimados em 2011.
No seu relatório do ano passado, a BP tinha revisado acentuadamente para cima as reservas, com novas tecnologias que tornaram o petróleo pesado da Venezuela e do Canadá economicamente viáveis.
Nos Estados Unidos, onde a indústria tem sido transformada pelo petróleo e o gás de xisto, as reservas de petróleo subiram para 35 bilhões de barris, ante 31 bilhões no ano passado, mais de 2 por cento das reservas globais.

A petrolífera BP cortou suas estimativas de reservas globais de gás nesta quarta-feira (12), revisando as jazidas russas fortemente para baixo e colocando o Irã no topo do ranking mundial. Em sua revisão estatística anual, a BP colocou as reservas provadas de gás em 187,3 trilhões de metros cúbicos no fim de 2012, ante uma estimativa de 208,4 trilhões um ano antes.

 


O corte de 21 trilhões equivale a cerca de sete anos de consumo global. Já a estimativa para 2012 é suficiente para atender a demanda por 56 anos, considerando o consumo atual.

 

A Rússia, detentora das maiores reservas mundiais por anos, respondeu por grande parte da redução, com as estimativas de suas reservas caindo de 44,6 trilhões para 32,9 trilhões de metros cúbicos.

 

O economista-chefe da BP, Christoph Ruhl, disse que a companhia decidiu neste ano ajustar suas estimativas para a ex-União Soviética, incluindo a Rússia. "Tradicionalmente, países da ex-União Soviética tinham critérios diferentes usados em outros lugares. Então, usamos um fator de conversão para esses países onde não conseguimos dados administrados", afirmou Ruhl.

 

Com o corte, o Irã passou ao topo da lista entre os detentores de reservas de gás pela primeira vez em décadas, com 33,6 trilhões.

 

Em petróleo, a estimativa da BP para as reservas provadas ficou em 1,669 bilhões de barris no fim de 2012, levemente acima dos 1,654 bilhões estimados em 2011. No seu relatório do ano passado, a BP tinha revisado acentuadamente para cima as reservas, com novas tecnologias que tornaram o petróleo pesado da Venezuela e do Canadá economicamente viáveis.

 


Nos Estados Unidos, onde a indústria tem sido transformada pelo petróleo e o gás de xisto, as reservas de petróleo subiram para 35 bilhões de barris, ante 31 bilhões no ano passado, mais de 2 por cento das reservas globais.

 

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