Financiamento

BNDES prorroga programa de apoio à engenharia até 2018

Orçamento é de R$ 5 bilhões.

Ascom BNDES
12/11/2013 11:18
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A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a prorrogação do Programa BNDES de Apoio à Engenharia (BNDES Proengenharia), até 31 de março de 2018. Com orçamento de R$ 5 bilhões - o anterior era de R$ 4 bilhões -, o programa passou por mudanças a fim de ampliar suas possibilidades de financiamento. Na versão anterior, o Proengenharia se encerraria no final deste ano.
Além da ampliação de orçamento, o valor mínimo para obtenção do crédito também foi alterado, passando de R$ 3 milhões para R$ 1 milhão, aumentando as possibilidades de acesso aos recursos. A taxa de juros é atualmente de 3,5% ao ano, relativa ao custo do PSI Proengenharia.
Criado em 2009, o programa desempenha papel importante no desenvolvimento da engenharia, respondendo por parte relevante do desembolso do BNDES em inovação.
Sua criação foi decisiva para a alocação de projetos da indústria automobilística no país, uma vez que ao menos um terço dos modelos vendidos no Brasil em 2012 tiveram apoio do BNDES Proengenharia durante sua fase de desenvolvimento. Nos últimos anos, o programa aprovou um total de R$ 3,3 bilhões em financiamentos, relativos a 26 projetos.
Além do setor automotivo, o programa é também destinado às atividades de engenharia local nos setores de bens de capital, defesa, aeronáutico, aeroespacial, nuclear, petróleo e gás, químico e petroquímico e na cadeia de fornecedores das indústrias de petróleo e gás e naval.
O desenvolvimento de projetos de engenharia no Brasil contribui para a consolidação do conhecimento técnico, gerando efeitos em cadeia relevantes para a indústria nacional.
A engenharia básica, por exemplo, especifica o equipamento e acaba por definir o fornecedor, sobretudo quando as empresas exigem requisitos elevados de qualidade e certificação.
Assim, a realização do projeto de engenharia no País, além de produzir projetos mais ajustados às condições locais, amplia o acesso de fornecedores nacionais em áreas mais intensivas em tecnologia.

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a prorrogação do Programa BNDES de Apoio à Engenharia (BNDES Proengenharia), até 31 de março de 2018. Com orçamento de R$ 5 bilhões - o anterior era de R$ 4 bilhões -, o programa passou por mudanças a fim de ampliar suas possibilidades de financiamento. Na versão anterior, o Proengenharia se encerraria no final deste ano.

Além da ampliação de orçamento, o valor mínimo para obtenção do crédito também foi alterado, passando de R$ 3 milhões para R$ 1 milhão, aumentando as possibilidades de acesso aos recursos. A taxa de juros é atualmente de 3,5% ao ano, relativa ao custo do PSI Proengenharia.

Criado em 2009, o programa desempenha papel importante no desenvolvimento da engenharia, respondendo por parte relevante do desembolso do BNDES em inovação.

Sua criação foi decisiva para a alocação de projetos da indústria automobilística no país, uma vez que ao menos um terço dos modelos vendidos no Brasil em 2012 tiveram apoio do BNDES Proengenharia durante sua fase de desenvolvimento. Nos últimos anos, o programa aprovou um total de R$ 3,3 bilhões em financiamentos, relativos a 26 projetos.

Além do setor automotivo, o programa é também destinado às atividades de engenharia local nos setores de bens de capital, defesa, aeronáutico, aeroespacial, nuclear, petróleo e gás, químico e petroquímico e na cadeia de fornecedores das indústrias de petróleo e gás e naval.

O desenvolvimento de projetos de engenharia no Brasil contribui para a consolidação do conhecimento técnico, gerando efeitos em cadeia relevantes para a indústria nacional.

A engenharia básica, por exemplo, especifica o equipamento e acaba por definir o fornecedor, sobretudo quando as empresas exigem requisitos elevados de qualidade e certificação.

Assim, a realização do projeto de engenharia no País, além de produzir projetos mais ajustados às condições locais, amplia o acesso de fornecedores nacionais em áreas mais intensivas em tecnologia.

 

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