Economia

BNDES nega que existam dificuldades para captar recursos internacionais

E afirma que á interesse nos papéis.

Agência Brasil
26/03/2013 18:07
Visualizações: 755

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de nota divulgada nesta terça-feira (26), descartou que haja dificuldades para buscar recursos no mercado internacional, devido à ressalva feita por auditores externos em seu balanço. A ressalva se baseou em decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), tomada no final de dezembro do ano passado, que estabeleceu critérios para registro contábil das variações, a preços de mercado, das ações recebidas pelo BNDES em transferência da União para aumento de capital, classificadas como “títulos disponíveis para venda”.
A resolução define que o tratamento contábil de perdas não se aplica a ações da espécie que representem até 25% da carteira de títulos e valores mobiliários. Com isso, um quarto das ações que se encontram na carteira do banco não necessitam ter o valor de referência atualizado diante de oscilações fortes de mercado. A medida elevou contabilmente o lucro anual do BNDES em R$ 2,380 bilhões.
De acordo com a instituição, a ressalva dos auditores, no caso a KPMG, foi publicada há um mês, e não provocou liquidação dos papéis do banco no exterior, nem alteração das taxas dos títulos, que vêm sendo negociados em torno de 3,33% ao ano.“O BNDES continua sendo, após o governo brasileiro, o emissor nacional com as melhores condições de custos no mercado secundário, quando comparado aos mais destacados emissores brasileiros”, diz a nota.
Segundo informou o banco, o interesse dos investidores estrangeiros nos papéis do BNDES “continua firme: recebe frequentemente propostas de emissão de títulos no mercado exterior de agentes financeiros do mercado nacional e internacional. Na semana passada, em reunião com mais de 30 investidores, não houve nenhum sinal de preocupação com a observação feita pelos auditores externos no balanço do banco”.
A nota diz ainda que o BNDES, “quando necessário e adequado”, seguirá captando recursos nos mercados como parte de sua estratégia de funding (recursos para financiamento).

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de nota divulgada nesta terça-feira (26), descartou que haja dificuldades para buscar recursos no mercado internacional, devido à ressalva feita por auditores externos em seu balanço. A ressalva se baseou em decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), tomada no final de dezembro do ano passado, que estabeleceu critérios para registro contábil das variações, a preços de mercado, das ações recebidas pelo BNDES em transferência da União para aumento de capital, classificadas como “títulos disponíveis para venda”.


A resolução define que o tratamento contábil de perdas não se aplica a ações da espécie que representem até 25% da carteira de títulos e valores mobiliários. Com isso, um quarto das ações que se encontram na carteira do banco não necessitam ter o valor de referência atualizado diante de oscilações fortes de mercado. A medida elevou contabilmente o lucro anual do BNDES em R$ 2,380 bilhões.


De acordo com a instituição, a ressalva dos auditores, no caso a KPMG, foi publicada há um mês, e não provocou liquidação dos papéis do banco no exterior, nem alteração das taxas dos títulos, que vêm sendo negociados em torno de 3,33% ao ano.“O BNDES continua sendo, após o governo brasileiro, o emissor nacional com as melhores condições de custos no mercado secundário, quando comparado aos mais destacados emissores brasileiros”, diz a nota.


Segundo informou o banco, o interesse dos investidores estrangeiros nos papéis do BNDES “continua firme: recebe frequentemente propostas de emissão de títulos no mercado exterior de agentes financeiros do mercado nacional e internacional. Na semana passada, em reunião com mais de 30 investidores, não houve nenhum sinal de preocupação com a observação feita pelos auditores externos no balanço do banco”.


A nota diz ainda que o BNDES, “quando necessário e adequado”, seguirá captando recursos nos mercados como parte de sua estratégia de funding (recursos para financiamento).

 

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