Economia

BNDES desembolsa R$ 190,4 bilhões em 2013

Banco apresenta nova política operacional.

Ascom BNDES
04/02/2014 13:45
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Em 2013, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 190,4 bilhões, uma alta de 22% na comparação com 2012. Os dados foram divulgados pelo banco nesta terça-feira (4). Segundo a instituição, a alta, em comparação com o ano de 2012, é de 22%.
A indústria respondeu por 30% do total liberado (R$ 58 bilhões) e a infraestrutura por 33% (R$ 62,2 bilhões). Isso representou aumentos de 22% e 18%, respectivamente, nos desembolsos desses setores na comparação com o ano anterior.
A maior expansão relativa ocorreu no setor agropecuário (alta de 64%), com total de R$ 18,6 bilhões, refletindo o forte volume de investimentos no campo, devido à safra recorde em 2013. Já ao setor de comércio e serviços, o BNDES liberou R$ 51,5 bilhões, com incremento de 17%.
Um dos grandes destaques da atuação do BNDES no ano passado foi a expansão de 27% nos desembolsos às micro, pequenas e médias empresas, que superou a própria taxa de crescimento das liberações globais do Banco no ano passado. Às MPMEs, foi desembolsada a cifra recorde de R$ 63,5 bilhões, equivalente a 33% das liberações totais realizadas pela instituição no ano passado.
Segundo o banco de fomento, as aprovações de empréstimos em 2013 caíram 8%, para R$ 239,6 bilhões. Já as consultas e os enquadramentos no ano passado tiveram recuo de 11% e de 7%, respectivamente.
O BNDES disse, em comunicado, que a queda nas aprovações, consultas e enquadramentos em 2013 é "explicada pela alta base de comparação e também sinaliza cenário de maior moderação nos desembolsos do banco em 2014".
Nova política operacional
O BNDES anunciou que fez uma revisão de sua política operacional "para alinhá-la às tendências do investimento no país, à maturidade da indústria financeira nacional e à necessidade de atender as empresas com mais eficiência e qualidade".
São três os blocos prioritários: infraestrutura (logística, energética, mobilidade urbana e saneamento), competitividade (inovação, serviços técnicos e tecnológicos; exportação de serviços de engenharia e bens de capital; setores intensivos em engenharia e conhecimento; economia criativa), e inclusão produtiva e sustentabilidade.
"Essas prioridades contam com os menores custos financeiros, os maiores prazos e os maiores percentuais de participação do Banco nos financiamentos", exlica o BNDES.
A nova política operacional abre tam,bém espaço para as empresas captarem recursos complementares nos mercados.

Em 2013, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 190,4 bilhões, uma alta de 22% na comparação com 2012. Os dados foram divulgados pelo banco nesta terça-feira (4). Segundo a instituição, a alta, em comparação com o ano de 2012, é de 22%.

A indústria respondeu por 30% do total liberado (R$ 58 bilhões) e a infraestrutura por 33% (R$ 62,2 bilhões). Isso representou aumentos de 22% e 18%, respectivamente, nos desembolsos desses setores na comparação com o ano anterior.

A maior expansão relativa ocorreu no setor agropecuário (alta de 64%), com total de R$ 18,6 bilhões, refletindo o forte volume de investimentos no campo, devido à safra recorde em 2013. Já ao setor de comércio e serviços, o BNDES liberou R$ 51,5 bilhões, com incremento de 17%.

Um dos grandes destaques da atuação do BNDES no ano passado foi a expansão de 27% nos desembolsos às micro, pequenas e médias empresas, que superou a própria taxa de crescimento das liberações globais do Banco no ano passado. Às MPMEs, foi desembolsada a cifra recorde de R$ 63,5 bilhões, equivalente a 33% das liberações totais realizadas pela instituição no ano passado.

Segundo o banco de fomento, as aprovações de empréstimos em 2013 caíram 8%, para R$ 239,6 bilhões. Já as consultas e os enquadramentos no ano passado tiveram recuo de 11% e de 7%, respectivamente.

O BNDES disse, em comunicado, que a queda nas aprovações, consultas e enquadramentos em 2013 é "explicada pela alta base de comparação e também sinaliza cenário de maior moderação nos desembolsos do banco em 2014".

 

Nova política operacional

O BNDES anunciou que fez uma revisão de sua política operacional "para alinhá-la às tendências do investimento no país, à maturidade da indústria financeira nacional e à necessidade de atender as empresas com mais eficiência e qualidade".

São três os blocos prioritários: infraestrutura (logística, energética, mobilidade urbana e saneamento), competitividade (inovação, serviços técnicos e tecnológicos; exportação de serviços de engenharia e bens de capital; setores intensivos em engenharia e conhecimento; economia criativa), e inclusão produtiva e sustentabilidade.

"Essas prioridades contam com os menores custos financeiros, os maiores prazos e os maiores percentuais de participação do Banco nos financiamentos", exlica o BNDES.

A nova política operacional abre tam,bém espaço para as empresas captarem recursos complementares nos mercados.

 

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