Economia

Balança tem terceiro superávit em setembro e volta a reduzir déficit acumulado

Saldo positivo de US$ 591 milhões.

Agência Brasil
23/09/2013 16:06
Visualizações: 756

 

A balança comercial brasileira voltou a registrar superávit (com exportações maiores do que as importações) na terceira semana de setembro. Houve saldo positivo de US$ 591 milhões. Com isso, o déficit acumulado no ano voltou a cair, de US$ 2,85 bilhões para US$ 2,26 bilhões. O superávit foi resultado de exportações de US$ 5 bilhões e importações de US$ 4,41 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Na terceira semana de setembro, houve inversão do quadro verificado até a segunda semana. As vendas de produtos de maior valor agregado (manufaturados e semimanufaturados) cresceram na comparação semanal e o comércio de produtos básicos, que vinha se mostrando aquecido, sofreu retração. As exportações de semimanufaturados cresceram 9,6%, segundo o critério da média diária, encabeçadas por açúcar, celulose, óleo de soja, ligas de ferro, alumínio e ferro fundido. Óleos combustíveis, suco de laranja, máquinas para terraplanagem, pneumáticos e hidrocarbonetos ajudaram no resultado dos manufaturados, cujas vendas externas cresceram 1,8%.
As vendas de básicos caíram 2,2% na comparação com a segunda semana de setembro. Os principais responsáveis foram petróleo bruto, milho, farelo e grão de soja e carne bovina. Esses mesmos produtos haviam puxado a alta nas exportações de produtos de menor valor agregado nas duas primeiras semanas de setembro.
Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro recuou 2,1% tanto ante setembro do ano passado quanto em relação a agosto deste ano. No comparativo com agosto, decresceram principalmente os gastos com produtos farmacêuticos (-26,4%), automóveis e partes (-9,7%), siderúrgicos (-5,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (-3,2%) e adubos e fertilizantes (-2,8%). Já em relação a setembro de 2012, recuaram as compras de combustíveis e lubrificantes (-3%), equipamentos mecânicos (-2,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (-2,4%).

A balança comercial brasileira voltou a registrar superávit (com exportações maiores do que as importações) na terceira semana de setembro. Houve saldo positivo de US$ 591 milhões. Com isso, o déficit acumulado no ano voltou a cair, de US$ 2,85 bilhões para US$ 2,26 bilhões. O superávit foi resultado de exportações de US$ 5 bilhões e importações de US$ 4,41 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.


Na terceira semana de setembro, houve inversão do quadro verificado até a segunda semana. As vendas de produtos de maior valor agregado (manufaturados e semimanufaturados) cresceram na comparação semanal e o comércio de produtos básicos, que vinha se mostrando aquecido, sofreu retração. As exportações de semimanufaturados cresceram 9,6%, segundo o critério da média diária, encabeçadas por açúcar, celulose, óleo de soja, ligas de ferro, alumínio e ferro fundido. Óleos combustíveis, suco de laranja, máquinas para terraplanagem, pneumáticos e hidrocarbonetos ajudaram no resultado dos manufaturados, cujas vendas externas cresceram 1,8%.


As vendas de básicos caíram 2,2% na comparação com a segunda semana de setembro. Os principais responsáveis foram petróleo bruto, milho, farelo e grão de soja e carne bovina. Esses mesmos produtos haviam puxado a alta nas exportações de produtos de menor valor agregado nas duas primeiras semanas de setembro.


Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro recuou 2,1% tanto ante setembro do ano passado quanto em relação a agosto deste ano. No comparativo com agosto, decresceram principalmente os gastos com produtos farmacêuticos (-26,4%), automóveis e partes (-9,7%), siderúrgicos (-5,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (-3,2%) e adubos e fertilizantes (-2,8%). Já em relação a setembro de 2012, recuaram as compras de combustíveis e lubrificantes (-3%), equipamentos mecânicos (-2,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (-2,4%).

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
PPSA
A parcela de petróleo da União foi de 328 mil barris por...
24/09/26
Apoio Offshore
Afretado pela Petrobras, o PSV Starnav Elektra é batizad...
24/09/26
ROG.e 2026
SONDA aposta em IA e Drones para operações críticas no s...
24/09/26
ROG.e 2026
O papel da Lumina e o impacto da ROG.e 2026 para a indús...
23/09/26
Negócios
Avanço acompanha expansão da cadeia de petróleo e gás e ...
23/09/26
ROG.e 2026
A energia inteligente no poço
23/09/26
ROG.e 2026
Como o profissional de Química impulsiona a inovação e a...
23/09/26
ROG.e 2026
IBP lança caderno de Projetos e Iniciativas de Responsab...
23/09/26
ROG.e 2026
Gigantes do setor e produtores independentes aceleram pr...
22/09/26
PPSA
PPSA publica pré-edital do 1º Leilão de Gás Natural da União
22/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e Perenco Brasil assinam acordo para primei...
22/09/26
ABPIP
ABPIP terá programação própria de debates durante a ROG....
22/09/26
Brandend Content
Brasil Aços amplia estoque de tubos de aço carbono NACE...
22/09/26
ROG.e 2026
MODEC debate desafios para um offshore mais eficiente na...
22/09/26
ROG.e 2026
Cladtek foi selecionada para desenvolver tecnologia que ...
22/09/26
ROG.e 2026
Abertura da ROG.e 2026 destaca transição energética just...
22/09/26
ROG.e 2026
Lideranças globais apontam Brasil como polo de estabilid...
22/09/26
ROG.e 2026
Firjan marca presença na abertura da ROG.e 2026 e firma ...
22/09/26
ROG.e 2026
ABB apresenta na ROG.e 2026 portfólio integrado para ope...
22/09/26
ROG.e 2026
Vallourec apresenta novas tecnologias que respondem aos ...
22/09/26
ROG.e 2026
Grupo Forship consolida liderança nacional em O&M (opera...
21/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25