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Balança comercial tem superávit de US$ 236 milhões no início de março

O saldo positivo foi resultado de exportações de US$ 5,734 bilhões e importações de US$ 5,498 bilhões. Houve aumento nas vendas externas de bens semimanufaturados (29,8%), com destaque para catodos de cobre, açúcar bruto, ouro, ferro fundi

Agência Brasil
12/03/2013 06:45
Balança comercial tem superávit de US$ 236 milhões no início de março Visualizações: 863
A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 236 milhões nas duas primeiras semanas de março, informou na segunda-feira (11) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo foi resultado de exportações de US$ 5,734 bilhões e importações de US$ 5,498 bilhões. Os números são referentes a seis dias úteis.

Nos meses de janeiro e fevereiro, a balança ficou deficitária e registrou somente um saldo positivo semanal. Em janeiro, registrou o pior déficit da história, de US$ 4,035 bilhões. Já o resultado de fevereiro, negativo em US$ 1,276 bilhão, foi o mais fraco para o período desde o início da série histórica em 1959.

De acordo com dados do ministério, a média diária de exportações nas duas semanas deste mês, de US$ 955,7 milhões, foi 0,5% superior à registrada em março de 2012. Houve aumento nas vendas externas de bens semimanufaturados (29,8%), com destaque para catodos de cobre, açúcar bruto, ouro, ferro fundido, alumínio, couros, peles, celulose, e ferro-ligas. Por outro lado, caíram as exportações de produtos básicos (1%) e manufaturados (8%). No caso dos primeiros, os principais responsáveis foram trigo em grão, farelo de soja, fumo em folhas e algodão bruto. Já entre os manufaturados, caiu a venda de aviões, bombas e compressores, máquinas para terraplanagem, pneumáticos, açúcar refinado e papel cartão.

Quanto às importações, a média diária de aquisições chegou a  US$ 916,3 milhões, 6,7% superior à registrada no mesmo mês do ano passado. Os destaques foram as compras de adubos e fertilizantes (91,1%), cereais e produtos de moagem (69,1%), cobre (21,2%), aparelhos eletroeletrônicos (16,6%), plásticos (15,2%) e instrumentos de ótica e precisão (12,3%).
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