Combustíveis

Aumento não está previsto para este ano, segundo Lobão

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu ontem (12) que não está previsto aumento no preço dos combustíveis este ano, apesar de o barril de petróleo já ter ultrapassado os US$ 130, e com tendência de ficar mais caro. Na ata de sua última reunião, divulgada nesta quinta-feira,

Agência Petrobras
13/06/2008 09:51
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O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu ontem (12) que não está previsto aumento no preço dos combustíveis este ano, apesar de o barril de petróleo já ter ultrapassado os US$ 130, e com tendência de ficar mais caro.


“Não estamos pensando na elevação de preço de combustíveis este ano”, afirmou o ministro.

 

Na ata de sua última reunião, divulgada nesta quinta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) projeta que os preços da gasolina e do gás de bujão não sofrerão aumento este ano. "As projeções de reajustes nos preços da gasolina e do gás de bujão não se alteraram, uma vez ajustadas pelos efeitos de mudanças em impostos específicos, e assim foram mantidas em 0% para o acumulado de 2008", diz a ata em um dos seus itens.

 

Lobão lembrou que em maio o governo decidiu reduzir a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para que o reajuste de 10% dos combustíveis nas refinarias não chegasse às bombas. O reajuste, de acordo com o ministro, coincidiu com a elevação do petróleo, e mesmo assim o governo não tem tomado nenhuma medida no sentido de reajustar o preço da gasolina.


Questionado sobre o peso da Contribuição Social para a Saúde (CSS) para o consumidor, aprovada nesta quarta-feira (11) pelos deputados, Lobão disse que o governo busca reduzir a carga tributária, porém nem sempre é possível. Ele alegou que a saúde perdeu recursos com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). 
 

"Era uma contribuição para a saúde. Essa também é para a saúde. Todos nós estamos interessados na saúde. Quanto mais recursos, melhor. O desejo que todos temos, inclusive o governo, é que o contribuinte pague cada vez menos, mas nem sempre é possível".

 

A CSS ainda precisa ser aprovada no Senado para entrar em vigor.

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