Tecnologia

Área de pesquisa e desenvolvimento em TICs receberá R$ 300 milhões

Acordo entre MCTI, MEC e empresas privadas foi assinado ontem.

Redação / Agência
28/02/2013 10:02
Área de pesquisa e desenvolvimento em TICs receberá R$ 300 milhões Imagem: Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp Visualizações: 1211

 

A área de pesquisa e desenvolvimento em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no país vai receber um investimento de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos. A iniciativa faz parte de acordo assinado na quarta-feira (27) entre a Intel Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério da Educação (MEC).
Com a medida, a Intel vai aplicar os recursos de R$ 300 milhões para investir e financiar pesquisas em universidades brasileiras e, em contrapartida, o governo federal vai oferecer bolsas a estudantes e pesquisadores, por meio de edital que será lançado ainda este semestre. Os setores de educação, energia e transporte serão os focos da pesquisa. A medida deve envolver 300 pesquisadores, entre colaboradores, pesquisadores de universidades e bolsistas.
No Brasil essa aliança tem início com trabalhos focados no desenvolvimento de soluções de segurança e criptografia para systems-on-a-chip em ambientes de baixo consumo de energia envolvendo seis projetos apresentados por pesquisadores de sete universidades: Unicamp, USP, UnB, UFMG, PUC-PR, UFPR e UTFPR.
“Os esforços em conjunto que estamos anunciando criam oportunidades de desenvolvimento de tecnologias de ponta que trarão inovações nas áreas de energia, transporte, educação e desenvolvimento de software, além de pesquisa em mercados emergentes. Estamos ansiosos por esta nova parceria entre a Intel e o Brasil e pela oportunidade de posicionar o país como um centro global de inovação em TI”, explica o CTO (Chief Technology Officer) da Intel, Justin Rattner.
O ministro Marco Antonio Raupp, do MCTI, destacou a necessidade de estabelecer parcerias de cooperação público-privada na área de ciência e tecnologia. “É fundamental esse esforço que o Brasil faz para entrar no desenvolvimento sustentável. (…) Fiquei felicíssimo, pois tenho apoiado essa direção, de buscar a participação das empresas privadas. Aqui estamos praticando isso. A presidente Dilma Rousseff foi claríssima em dizer que é a receita a ser executada mesmo”, disse Raupp.
Nos setores envolvidos, o foco será o desenvolvimento de soluções de softwares, como ferramentas de visualização e simulação para extração de petróleo na camada do pré-sal, softwares educacionais, computação de alto desempenho, tecnologias para emplacamento eletrônico de carros e soluções baseadas em tecnologia de ponta para aumentar a eficiência na gestão de trânsito de passageiros e carga.
Segundo o presidente da Intel na América Latina, Steve Long, a empresa pretende “acelerar a penetração da tecnologia”, transferindo conhecimento ao país.
De acordo com o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, o setor de tecnologia da informação no Brasil faturou R$ 123 bilhões em 2012 e representa atualmente a sétima posição no mercado global. “A pesquisa cientifica é a grande responsável pelo avanço tecnológico das redes, dos softwares, dos tablets”, disse Almeida.

A área de pesquisa e desenvolvimento em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no país vai receber um investimento de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos. A iniciativa faz parte de acordo assinado na quarta-feira (27) entre a Intel Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério da Educação (MEC).


Com a medida, a Intel vai aplicar os recursos de R$ 300 milhões para investir e financiar pesquisas em universidades brasileiras e, em contrapartida, o governo federal vai oferecer bolsas a estudantes e pesquisadores, por meio de edital que será lançado ainda este semestre. Os setores de educação, energia e transporte serão os focos da pesquisa. A medida deve envolver 300 pesquisadores, entre colaboradores, pesquisadores de universidades e bolsistas.


No Brasil essa aliança tem início com trabalhos focados no desenvolvimento de soluções de segurança e criptografia para systems-on-a-chip em ambientes de baixo consumo de energia envolvendo seis projetos apresentados por pesquisadores de sete universidades: Unicamp, USP, UnB, UFMG, PUC-PR, UFPR e UTFPR.


“Os esforços em conjunto que estamos anunciando criam oportunidades de desenvolvimento de tecnologias de ponta que trarão inovações nas áreas de energia, transporte, educação e desenvolvimento de software, além de pesquisa em mercados emergentes. Estamos ansiosos por esta nova parceria entre a Intel e o Brasil e pela oportunidade de posicionar o país como um centro global de inovação em TI”, explica o CTO (Chief Technology Officer) da Intel, Justin Rattner.


O ministro Marco Antonio Raupp, do MCTI, destacou a necessidade de estabelecer parcerias de cooperação público-privada na área de ciência e tecnologia. “É fundamental esse esforço que o Brasil faz para entrar no desenvolvimento sustentável. (…) Fiquei felicíssimo, pois tenho apoiado essa direção, de buscar a participação das empresas privadas. Aqui estamos praticando isso. A presidente Dilma Rousseff foi claríssima em dizer que é a receita a ser executada mesmo”, disse Raupp.


Nos setores envolvidos, o foco será o desenvolvimento de soluções de softwares, como ferramentas de visualização e simulação para extração de petróleo na camada do pré-sal, softwares educacionais, computação de alto desempenho, tecnologias para emplacamento eletrônico de carros e soluções baseadas em tecnologia de ponta para aumentar a eficiência na gestão de trânsito de passageiros e carga.


Segundo o presidente da Intel na América Latina, Steve Long, a empresa pretende “acelerar a penetração da tecnologia”, transferindo conhecimento ao país.


De acordo com o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, o setor de tecnologia da informação no Brasil faturou R$ 123 bilhões em 2012 e representa atualmente a sétima posição no mercado global. “A pesquisa cientifica é a grande responsável pelo avanço tecnológico das redes, dos softwares, dos tablets”, disse Almeida.

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