Economia

Alta dos combustíveis pode impactar em até 2,3% o custo do frete

Dados são da NTC&Logística

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
03/12/2013 09:53
Visualizações: 963

 

A partir do reajuste de preço dos combustíveis - gasolina e o diesel tiveram aumentos de 4% e 8%, na refinaria, respectivamente - praticado pela Petrobras desde o último sábado, 30 de novembro, o Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&Logística (Decope) realizou um estudo para prever o impacto direto no custo operacional dos caminhões.
A análise levou em conta o aumento de 7% na bomba, pois, segundo Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística, o reajuste de 8% é válido apenas para o preço da refinaria e nem todo o aumento chegará às bombas. O cálculo considerou o consumo de combustível de um caminhão trator 4x2 tracionando carreta furgão de três eixos, com capacidade para 26,2 toneladas de carga.
“A previsão é que o custo tenha um aumento médio de 2,05% (distâncias de 800 km), mas o número pode variar para mais ou para menos de acordo com a distância percorrida pelo veículo”, explica Neuto. Para quilometragens longas (2,4 mil km), o aumento pode chegar a 2,24%.
Ainda de acordo com o estudo, o custo do caminhão pesado poderá sofrer um impacto de 0,73% quando o trajeto for de 50 km, 1,83% em um trajeto médio de 400 km e 2,30% quando o trajeto for muito longo. Deve-se levar em consideração que estes valores foram baseados em carga lotação e, dependendo da operação, a representatividade do combustível varia de 15% a 40%.
Em operações urbanas ou rotas curtas, o combustível pode representar entre 15 e 20% do custo de operação. Já em uma operação rodoviária, por exemplo, do agronegócio, onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias, o peso do combustível pode subir para 40% ou mais.

A partir do reajuste de preço dos combustíveis - gasolina e o diesel tiveram aumentos de 4% e 8% na refinaria, respectivamente - praticado pela Petrobras desde o último sábado, 30 de novembro, o Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&Logística (Decope) realizou um estudo para prever o impacto direto no custo operacional dos caminhões.

A análise levou em conta o aumento de 7% na bomba, pois, segundo Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística, o reajuste de 8% é válido apenas para o preço da refinaria e nem todo o aumento chegará às bombas. O cálculo considerou o consumo de combustível de um caminhão trator 4x2 tracionando carreta furgão de três eixos, com capacidade para 26,2 toneladas de carga.

“A previsão é que o custo tenha um aumento médio de 2,05% (distâncias de 800 km), mas o número pode variar para mais ou para menos de acordo com a distância percorrida pelo veículo”, explica Neuto. Para quilometragens longas (2,4 mil km), o aumento pode chegar a 2,24%.

Ainda de acordo com o estudo, o custo do caminhão pesado poderá sofrer um impacto de 0,73% quando o trajeto for de 50 km, 1,83% em um trajeto médio de 400 km e 2,30% quando o trajeto for muito longo. Deve-se levar em consideração que estes valores foram baseados em carga lotação e, dependendo da operação, a representatividade do combustível varia de 15% a 40%.

Em operações urbanas ou rotas curtas, o combustível pode representar entre 15 e 20% do custo de operação. Já em uma operação rodoviária, por exemplo, do agronegócio, onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias, o peso do combustível pode subir para 40% ou mais.

 

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