Energia Renovável

AIE prevê produção menor de etanol e vê piora da situação no Brasil

Regulação do preço da gasolina “mina o etanol”.

Valor Online
28/08/2014 10:43
Visualizações: 1370

 

A situação econômica da indústria de etanol no Brasil “está piorando”, em parte por causa da regulação do preço da gasolina para conter a inflação, diz a Agência Internacional de Energia (AIE). Essa política “mina o etanol” economicamente, conforme relatório anual sobre energia renovável da entidade.
Com perspectivas menos otimistas para o Brasil e os Estados Unidos, a produção mundial de etanol foi revisada para baixo, para 104 bilhões de litros em 2020.
Globalmente, o desenvolvimento de energias renováveis está ameaçada de desaceleração nos próximos anos por causa de incertezas de regulação que existem em vários países, segundo a AIE.
No caso do etanol, a entidade nota que, após um período de rápida expansão, a produção e o consumo enfrentam desafios nos três grandes produtores.
No Brasil, a indústria de etanol sofre por tabela com a regulação do preço imposto sobre a Petrobras. Ao mesmo tempo, a produção cresceu em 2013 impulsionada por uma colheita maior que prevista de cana-de-açúcar.
Nos EUA, deficiências no mandato para uso de bicombustível criaram manifestos, levando a revisões que causam incertezas no mercado.
Na União Europeia (UE), as controvérsias sobre a sustentabilidade de bicombustíveis levou a uma proposta de limite do produto convencional que deixa a indústria sem saber exatamente qual será o ritmo da política européia para o setor.
Por outro lado, está havendo uma mudança no avanço do etanol, com mais estímulos na África e no sudeste da Ásia, onde a ideia é reduzir a fatura do petróleo importado no futuro.
A produção de bicombustíveis poderá ficar em 139 bilhões de litros em 2020, inferior a projeção anterior, segundo a AIE. 
No caso especificamente do etanol, que representa o grosso do bicombustível, a projeção agora para 2018, por exemplo, foi cortada em quase 4 bilhões de litros. Já a produção de biodiesel pode crescer, sobretudo, na Ásia.

A situação econômica da indústria de etanol no Brasil “está piorando”, em parte por causa da regulação do preço da gasolina para conter a inflação, diz a Agência Internacional de Energia (AIE).

Essa política “mina o etanol” economicamente, conforme relatório anual sobre energia renovável da entidade.

Com perspectivas menos otimistas para o Brasil e os Estados Unidos, a produção mundial de etanol foi revisada para baixo, para 104 bilhões de litros em 2020.

Globalmente, o desenvolvimento de energias renováveis está ameaçada de desaceleração nos próximos anos por causa de incertezas de regulação que existem em vários países, segundo a AIE.

No caso do etanol, a entidade nota que, após um período de rápida expansão, a produção e o consumo enfrentam desafios nos três grandes produtores.

No Brasil, a indústria de etanol sofre por tabela com a regulação do preço imposto sobre a Petrobras. Ao mesmo tempo, a produção cresceu em 2013 impulsionada por uma colheita maior que prevista de cana-de-açúcar.

Nos EUA, deficiências no mandato para uso de bicombustível criaram manifestos, levando a revisões que causam incertezas no mercado.

Na União Europeia (UE), as controvérsias sobre a sustentabilidade de bicombustíveis levou a uma proposta de limite do produto convencional que deixa a indústria sem saber exatamente qual será o ritmo da política européia para o setor.

Por outro lado, está havendo uma mudança no avanço do etanol, com mais estímulos na África e no sudeste da Ásia, onde a ideia é reduzir a fatura do petróleo importado no futuro.

A produção de bicombustíveis poderá ficar em 139 bilhões de litros em 2020, inferior a projeção anterior, segundo a AIE. 

No caso especificamente do etanol, que representa o grosso do bicombustível, a projeção agora para 2018, por exemplo, foi cortada em quase 4 bilhões de litros. Já a produção de biodiesel pode crescer, sobretudo, na Ásia.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
BRANDED CONTENT
Intercabos® lança novo site e concretiza presença no mer...
03/04/26
Diesel
Subvenção ao diesel: ANP inicia consulta pública de cinc...
02/04/26
GLP
Supergasbras realiza a primeira importação de BioGL do B...
02/04/26
Cana Summit
Setor sucroenergético avalia efeitos da Reforma Tributár...
02/04/26
Rio de Janeiro
Para Firjan juros em dois dígitos e rigidez fiscal barra...
02/04/26
Resultado
Com 5,304 milhões de boe/d, produções de petróleo e de g...
02/04/26
Logística
Vast realiza primeira operação de transbordo de petróleo...
01/04/26
ANP
Audiência pública debate revisão de resolução sobre aqui...
01/04/26
Biocombustíveis
RenovaBio: ANP divulga metas definitivas para as distrib...
31/03/26
Drilling
Norbe IX, da Foresea, conclui parada programada de manut...
31/03/26
Etanol
Produtor de cana avança com novas estratégias para reduz...
31/03/26
Firjan
Estado do Rio pode receber mais de R$ 526 bilhões em inv...
31/03/26
Combustíveis
Preço médio do diesel S-10 sobe 14% em março e atinge o ...
31/03/26
iBEM26
No iBEM 2026, Pason destaca apostas da empresa em digita...
31/03/26
Pessoas
Bow-e anuncia Ciro Neto como CEO
31/03/26
Apoio Offshore
SISTAC amplia contrato com Petrobras para manutenção de ...
31/03/26
IBEM26
Encontro internacional de energia vai abrir calendário m...
30/03/26
Biodiversidade
Maior projeto de biodiversidade marinha inicia na região...
30/03/26
Drilling
BRAVA Energia inicia campanha de perfuração em Papa-Terr...
30/03/26
Combustíveis
Etanol recua no indicador semanal e fecha a sexta-feira ...
30/03/26
Diesel
ANP aprova medidas relativas à subvenção ao óleo diesel
29/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23