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Agência de risco rebaixa nota da OGX, de Eike Batista

A nota caiu de B para B-.

G1
04/04/2013 15:13
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A agência de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota da OGX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista, segundo comunicado da agência desta quarta-feira (3). "O rebaixamento baseia-se principalmente no desempenho operacional da empresa menor do que o esperado, particularmente em termos de níveis de produção e produtividade por poço", diz o texto.
A nota caiu de B para B-, o último nível da baixa classificação antes de "alto risco de inadimplência" e a perspectiva do rating é negativa. De acordo com a agência, isso reflete "potencial deterioração adicional na qualidade de crédito da empresa".
A S&P destaca atrasos na produção e aumento nos custos, que devem comprometer o crédito nos próximos dois anos. A agência analisa o perfil de risco financeiro da empresa como “altamente alavancado”, pelas dívidas de US$ 3,9 bilhões com pouca ou nenhuma geração de fluxo de caixa operacional.
De acordo com a nota, o "desenvolvimento da produção continua sendo o principal risco da produtora brasileira de óleo e gás e os atrasos na produção e aumento nos custos devem manter suas métricas de crédito fracas nos próximos dois anos".
Apesar de a agência apontar que não há vencimentos significativos de dívida até 2018 (quando vencem US$ 2,6 bilhões), há expectativa de as reservas de caixa atuais sejam consumidas durante 2013 para financiar investimentos e pagamentos de juros ao longo de 2013.
A agência diz que os ratings da OGX refletem a visão de perfil de risco de negócios “vulnerável” e vê incertezas quanto à capacidade para atingir o nível de produção esperado para os próximos dois anos.

A agência de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota da OGX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista, segundo comunicado da agência desta quarta-feira (3). "O rebaixamento baseia-se principalmente no desempenho operacional da empresa menor do que o esperado, particularmente em termos de níveis de produção e produtividade por poço", diz o texto.


A nota caiu de B para B-, o último nível da baixa classificação antes de "alto risco de inadimplência" e a perspectiva do rating é negativa. De acordo com a agência, isso reflete "potencial deterioração adicional na qualidade de crédito da empresa".


A S&P destaca atrasos na produção e aumento nos custos, que devem comprometer o crédito nos próximos dois anos. A agência analisa o perfil de risco financeiro da empresa como “altamente alavancado”, pelas dívidas de US$ 3,9 bilhões com pouca ou nenhuma geração de fluxo de caixa operacional.


De acordo com a nota, o "desenvolvimento da produção continua sendo o principal risco da produtora brasileira de óleo e gás e os atrasos na produção e aumento nos custos devem manter suas métricas de crédito fracas nos próximos dois anos".


Apesar de a agência apontar que não há vencimentos significativos de dívida até 2018 (quando vencem US$ 2,6 bilhões), há expectativa de as reservas de caixa atuais sejam consumidas durante 2013 para financiar investimentos e pagamentos de juros ao longo de 2013.


A agência diz que os ratings da OGX refletem a visão de perfil de risco de negócios “vulnerável” e vê incertezas quanto à capacidade para atingir o nível de produção esperado para os próximos dois anos.

 

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