Gás Natural

Acordo entre Petrobras e Repsol para o BS-400 poderá ser mais amplo

O gerente geral de Estratégia e Gestão de Portfólio de E&P da Petrobras, José Luiz Marcusso, disse que, além de Mexilhão, parceria poderá incluir prospecto de Cedro e outras áreas adjacentes. Avaliações preliminares no BS-500 indicam capacidade de produção superior ao BS-400.


28/06/2005 00:00
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O acordo que está sendo negociado entre a Petrobras e a Repsol YPF para produção de gás natural no bloco BS-400, poderá incluir, além do campo de Mexilhão, o prospecto de Cedro e outras áreas adjacentes. A informação foi dada nesta terça-feira (28/06) pelo gerente geral de Estratégia Doméstica de E&P & Portfólio da Petrobras, José Luiz Marcusso, durante o seminário Águas Profundas e Ultraprofundas, organizado pelo IQPC (International Quality & Productivity Center). A estatal e a empresa espanhola deverão concluir nos próximos dois meses os termos do acordo para produção em meados de 2008.

A partir de avaliações realizadas na região, a Petrobras decidiu instalar no BS-400 um sistema com capacidade para produzir 15 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. Segundo Marcusso, esse sistema inclui Mexilhão, o prospecto de Cedro - cuja declaração de comercializadade será entregue à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) até o ano que vem - e áreas adjacentes. "Inicialmente (o acordo) foi para Mexilhão e pode ir para outras áreas para chegar aos 15 milhões", disse José Luiz Marcusso.

O gerente da Petrobras disse ainda que avaliações preliminares da no bloco BS-500, também localizado na Bacia de Santos, fizeram a companhia decidir instalar no local um sistema capaz de produzir pelo menos 15 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. Embora tenha frisado que as avaliações estejam atualmente em fase inicial e só deverão estar concluídas no final do ano que vem, Marcusso disse que a Petrobras "tem indicações de um potencial bom do BS-500, que pode ser maior que o BS-400".

Devido à descoberta de óleo leve, óleo pesado e gás natural no BS-500, não está descartada a possibilidade de que outros projetos sejam agregados no local. "Se houver uma descoberta de óleo leve, por exemplo, se implanta um FPSO e produz um sistema de coleta que pega carona em um sistema de 15 milhões. Se for algo muito grande pode ser feita uma ampliação ou uma ramificação", explicou.

De acordo com o gerente, os novos projetos não alterariam o cronograma inicial, uma vez que poderiam ser desenvolvidos módulos, como foi feito em Marlim, na Bacia de Campos.

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