Economia

Abimaq apoia as medidas anunciadas pelo Governo Federal

Imposto de importação passou de 14% para 25%.

Redação
04/10/2012 15:52
Visualizações: 656

 

Com o objetivo de manter a competitividade dos setores produtivos, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) tem apoiado as medidas do governo federal para incentivo à indústria nacional. Luiz Aubert Neto, presidente da entidade , diz que desonerar os investimentos são medidas que a instituição tem defendido por ser uma das mais atuantes associações brasileiras na defesa do país e suas ações, as quais têm contribuído afirmativamente para a implementação de importantes medidas tomadas pelo governo.
De acordo com Aubert, os países vêm implementando medidas de estímulo para as suas indústrias, cada qual à sua maneira. ”No Brasil a elevação da alíquota do imposto de importação de 14% para 25% não provocará desabastecimento ou elevação de preços para o consumidor final. O que aconteceu, na verdade, nos últimos anos é que o Custo Brasil, amplificado por uma política equivocada de altos juros e de câmbio elevado, provocou uma redução do nível de atividade da indústria nacional e, consequente, na redução do consumo de Bens de Capital. Vale lembrar que, ao mesmo tempo que o real se valorizou, as demais moedas, como o dólar e euro, se desvalorizaram, criando uma pressão ainda maior na indústria nacional”.
Aubert conclui argumentando que em relação à disputa entre produtos nacionais e importados, o exemplo do setor de máquinas e equipamentos é significativo. Há casos em que cada três unidades de maquinário adquiridas no país, duas são importadas, mostrando claramente a agressividade com que os fornecedores internacionais estão tomando conta do mercado nacional. Portanto, essa medida proporcionará “um reequilíbrio saudável para a competição do mercado e a manutenção de setores estratégicos relevantes para o país”, afirma.

Com o objetivo de manter a competitividade dos setores produtivos, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) tem apoiado as medidas do governo federal para incentivo à indústria nacional. Luiz Aubert Neto, presidente da entidade , diz que desonerar os investimentos são medidas que a instituição tem defendido por ser uma das mais atuantes associações brasileiras na defesa do país e suas ações, as quais têm contribuído afirmativamente para a implementação de importantes medidas tomadas pelo governo.


De acordo com Aubert, os países vêm implementando medidas de estímulo para as suas indústrias, cada qual à sua maneira. ”No Brasil a elevação da alíquota do imposto de importação de 14% para 25% não provocará desabastecimento ou elevação de preços para o consumidor final. O que aconteceu, na verdade, nos últimos anos é que o Custo Brasil, amplificado por uma política equivocada de altos juros e de câmbio elevado, provocou uma redução do nível de atividade da indústria nacional e, consequente, na redução do consumo de Bens de Capital. Vale lembrar que, ao mesmo tempo que o real se valorizou, as demais moedas, como o dólar e euro, se desvalorizaram, criando uma pressão ainda maior na indústria nacional”.


Aubert conclui argumentando que em relação à disputa entre produtos nacionais e importados, o exemplo do setor de máquinas e equipamentos é significativo. Há casos em que cada três unidades de maquinário adquiridas no país, duas são importadas, mostrando claramente a agressividade com que os fornecedores internacionais estão tomando conta do mercado nacional. Portanto, essa medida proporcionará “um reequilíbrio saudável para a competição do mercado e a manutenção de setores estratégicos relevantes para o país”, afirma.

 

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