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O poder do monitoramento de aplicações para o negócio. Como está a sua estratégia? por Eduardo Terzariol

Redação TN Petróleo/Assessoria
05/01/2023 09:40
O poder do monitoramento de aplicações para o negócio. Como está a sua estratégia? por Eduardo Terzariol Imagem: Divulgação Visualizações: 1537

Gerenciamento e monitoramento de infraestrutura tecnológica de ambientes corporativos são essenciais para garantir seu bom funcionamento e consequentemente a sustentabilidade do negócio.

Mas para que não se torne uma atividade complexa, é preciso apoiá-la em uma arquitetura flexível e segura, que promova controle não somente da infraestrutura e leve o gerenciamento e o monitoramento a outro patamar, ou seja, às aplicações.

Os centros de gerenciamento (NOCs), que monitoram os principais dispositivos, aplicações e equipamentos conectados à rede em um data center, por exemplo, têm a missão de deixar a infraestrutura funcionando, mas as aplicações podem não estar.

Quando essa operação acontece na nuvem, na camada de negócio, ganha-se em flexibilidade, agilidade, produtividade e, em especial, segurança. É claro que é possível fazer isso em um datacenter tradicional, mas quando as aplicações não estão estruturadas com microsserviços, em cloud native, fazer esse monitoramento na camada de negócios é muito mais complexo.

E se essa operação já está na cloud, por que não subir o nível de monitoração de infraestrutura para a camada de aplicação? Mas afinal o que é monitorar na camada da aplicação? Imagina que você está fazendo uma transação por meio do aplicativo do seu banco e apresenta alguma dificuldade para concluí-la. A monitoração da infraestrutura dificilmente vai acusar o problema. 

Se a camada da aplicação estiver monitorada, está monitorando a camada do usuário, ou seja, a experiência do usuário (UX) está sendo acompanhada e pode acusar até mesmo uma lentidão. Neste último caso, trata-se de um ponto crítico para o e-commerce. No fechamento de uma compra, por exemplo. 

Sendo assim, a grande vantagem para o negócio é que quando se estende a monitoração para a camada da aplicação, ou seja, a experiência do usuário é monitorada, a estratégia ganha um alinhamento direto com os objetivos do negócio. Porque irá agregar valor e não somente garantir o bom funcionamento do ambiente tecnológico.

Mais ganhos com cloud native

Ao adotar arquitetura cloud native para gerenciar e monitorar o ambiente tecnológico do negócio, sai dos ombros da empresa a necessidade de deslocar e treinar uma equipe para monitorar o funcionamento de servidores. Isso porque o provedor vai cuidar desse e de outros monitoramentos. Ganha-se em tranquilidade, produtividade e redução de custos.

Para tomar essa decisão com segurança, o melhor caminho é contar com um parceiro que tenha experiência e casos de uso em cloud running para analisar todo o ambiente da empresa, seu amadurecimento tecnológico, pontos críticos. 

Isso porque é essencial definir vários pontos na construção desse novo ambiente. Um deles é a forma de monitoramento. Se já existe uma definição completa do que é necessário monitorar e como, quando a aplicação vai para a nuvem, ela segue pronta para ser monitorada do jeito que foi definido.

Toda essa jornada conta ainda com uma etapa de testes para verificar se realmente haverá entrega de valor. E se estará alinhada com as expectativas das áreas de negócios sobre desafios, indicadores, entre outros pontos relevantes. A partir dessa base, é montado o monitoramento sob medida para trazer a visão que atenda a esses objetivos.

Para potencializar esse monitoramento, é possível contar com Inteligência Artificial (IA) para prever problemas, antecipando ações e agilizando tomadas de decisão. Se a sua estratégia não inclui um acompanhamento, principalmente na camada de negócios, é hora de rever conceitos.

Sobre o autor: Eduardo Terzariol é  gerente sênior de Cloud da Logicalis Brasil

 

 

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